Dirigente do Flamengo rebate Rafinha e nega 'influência política' na negociação
Segundo Luiz Eduardo Baptista, o motivo pela não concretização do negócio foi financeiro
Segundo Luiz Eduardo Baptista, o motivo pela não concretização do negócio foi financeiro
Rio de Janeiro, RJ, 23 (AFI) – Após a negociação com o Flamengo fracassar, o lateral-direito Rafinha, tentando explicar o ocorrido, apontou que a “influência política” foi o principal motivo pelo não retorno dele ao clube carioca.
Insatisfeito com a resposta do defensor brasileiro, Luiz Eduardo Baptista, dirigente do Flamengo, rebateu e afirmou que os problemas foram financeiros.
QUEM FALOU A VERDADE?
“Essa tentativa de se criar uma narrativa diferente visa esconder a realidade. A pandemia afetou de maneira dramática, já é uma realidade. Fizemos o orçamento com premissas desafiadoras, todos no clube sabem. Não podemos assumir novos compromissos. Esportivamente, o Rafinha é uma unanimidade no Flamengo. Quem não ia querer? O que ele entende ter sido a razão para ele não jogar no Flamengo não é a realidade. A própria nota oficial do Flamengo diz isso”, afirmou o dirigente rubro-negro.
O OUTRO LADO
“Com certeza eu fui vítima de uma guerra política. Falaram que era parte financeira, e não foi. Eles têm essa guerra, eu não sabia também. Não sabia que chegava a esse ponto. Eu paguei o pato, fiquei 35 dias em casa “cozinhando” esperando tomarem uma decisão. Essas pessoas tinham que ficar ligadas nas atribuições delas, as finanças, comunicação… Não tenho que pagar essa conta. Fui usado nessa guerra.”, comentou Rafinha, ao canal SPORTV.





































































































































