Branco revela dias de agonia e crava: "Se não fosse a minha esposa, eu estaria morto"
Aos 57 anos, Branco ficou 17 dias internados e falou que pensou muito na vida durante todo esse período
Aos 57 anos, Branco ficou 17 dias internados e falou que pensou muito na vida durante todo esse período
Rio de Janeiro, RJ, 12 (AFI) – O ex-lateral-esquerdo Branco fez uma revelação forte ao afirmar que sua esposa, Cleo Pozzebon, o salvou da morte quando ele estava com Covid-19.
“Se não fosse minha esposa, Cleo Pozzebon, estaria morto. Estava muito mal em casa, com febre e baixa oxigenação do sangue. Ela prestou os primeiros socorros. Quando entrei na ambulância, fiquei com medo. Pensei que poderia não voltar para casa, ver meus filhos. Confiei nos médicos e em todos que cuidaram de mim”, disse Branco ao jornal O Globo.
CUIDE-SE!
Aos 57 anos, Branco ficou 17 dias internados e falou que pensou muito na vida durante todo esse período e ainda fez um alerta a todos.
“Quando saí da intubação e fui retomando minha consciência, refleti muito sobre a minha vida, minhas conquistas e de quanto sou grato por tudo. Não queira passar pelo o que eu passei. Cuidem-se. Vacinem-se”, disse Branco.
NA UTI!
Branco estava internado desde o dia 16 de março – ao todo foram 17 dias de internação. Dois dias depois precisou ser sedado e teve que respirar com ajuda de aparelhos de ventilação mecânica. Mas, nos últimos dias, teve uma rápida melhora e foi extubado. Deixou a UTI em 28 de março e recebeu alta em 3 de abril.
Hoje, Branco é coordenador das seleções de base masculinas da CBF. Ele contraiu o novo coronavírus após integrar a delegação que viajou até Recife, no início de março, para um período de preparação e amistoso com o Retrô FC. O técnico do sub-18 Dudu Patetuci, o auxiliar Igor Cotrim e o assessor Bruno Pacheco também foram infectados.
CARREIRA
Revelado pelo Internacional, Branco se tornou conhecido nacionalmente no começo dos anos 80, onde se transferiu para o Fluminense e conquistou os títulos de campeão Brasileiro de 1984 e tricampeão Carioca: 1983, 1984 e 1985. Teve passagens também por Flamengo, Corinthians, Brescia, Genoa – ambos da Itália – e Porto, de Portugal.
Na seleção brasileira foi um dos heróis do título da Copa do Mundo de 1994 disputado nos EUA, mancando um gol decisivo contra a Holanda nas quartas de final. Também jogou os Mundiais de 1986 no México e 1990 na Itália. Também levantou o caneco da Copa América de 1989 com a amarelinha.





































































































































