Após erro, presidente do Ferroviário promete ir à justiça por impugnação de partida
Com a eliminação precoce na Copa do Brasil, o Ferroviário deixou de abocanhar uma premiação no valor de R$ 1,7 milhão
Com a eliminação precoce na Copa do Brasil, o Ferroviário deixou de abocanhar uma premiação no valor de R$ 1,7 milhão
Fortaleza, CE, 15 (AFI) – Após cobrar um posicionamento da CBF sobre o gol de pênalti não marcado pelo árbitro Dyorgines Jose Padovani de Andrade, quando a bola ultrapassou totalmente a linha, na partida entre Ferroviário x América-MG, pela terceira fase da Copa do Brasil, Newton Filho, presidente do clube cearense, afirmou que o clube vai ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para pedir a impugnação da partida.
FALHA
O árbitro Dyorgines Jose Padovani de Andrade falhou gravemente na eliminação do Ferroviário frente ao América Mineiro, na noite desta quarta-feira, pela segunda fase da Copa do Brasil. O juiz não deu gol após um pênalti cobrado por Adílson Bahia, que chegou a ultrapassar a linha após bater no travessão.
Adílson Bahia foi responsável pela primeira cobrança do Ferroviário na disputa de pênalti após empate por 1 a 1 no tempo normal. Com isso, o time cearense acabou saindo atrás do marcador e viu o goleiro MatheusCavichioli brilhar para assegurar a classificação do América Mineiro.
“O que ocorreu foi um claríssimo erro de direito. Já está na hora do STJD reconhecer que esse tipo de erro é de direito e não de fato. Não é possível que a arbitragem tenha visto essa bola do lado de fora da linha, é inacreditável. Iremos tomar todas as medidas judiciais cabíveis e até amanhã no máximo estaremos ingressando no STJD com mais uma impugnação de partida”, disse Marcelo Jucá, advogado do Ferroviário.
SITUAÇÃO
Com a eliminação precoce na Copa do Brasil, o Ferroviário deixou de abocanhar uma premiação no valor de R$ 1,7 milhão e segue com sua atenção focada no Campeonato Cearense.O Ferrão é o vice-líder, com os mesmos três pontos do Fortaleza.
“É uma situação sem precedentes no futebol, nunca vi a anulação de um gol dessa maneira, a bola não bateu na linha, foi dentro e muito dentro. Foi um prejuízo financeiro e desportivo. Foi um lance específico onde tem dois profissionais para observar isso. Foi uma pressão psicológica para quem ia bater em sequência.”
“Não é só a cota de 1,7 milhões que perdemos. É a chance de disputar 2,3 milhões. Fora o prejuízo esportivo, de pontuação do ranking nacional. Não tem precedentes um erro desses em cobrança de pênalti. O árbitro e o bandeirinha atentos e não confirmar um gol que nem dúvida teve, a bola entrou e muito”, completou o presidente.





































































































































