Luto! COVID-19 tira a vida de massagista folclórico do futebol brasileiro

Trata-se do massagista Manduca, de 67 anos e que nas últimas quatro décadas trabalhou em vários clubes do Brasil

Trata-se do massagista Manduca, de 67 anos e que nas últimas quatro décadas trabalhou em vários clubes do Brasil

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Campinas, SP, 19 (AFI) – Mais uma perda para o mundo do futebol causada pela pandemia do corona vírus, aliada a falta de compra de vacinas do Governo Federal e a inoperância dos Governos Estaduais. Morreu nesta segunda-feira, o massagista Manduca, de 67 anos e que nas últimas quatro décadas trabalhou em vários clubes do Brasil, principalmente no interior paulista.

Manduca, primeiro agachado, de camisa preta, no Guarani em 1976

Manduca, primeiro agachado, de camisa preta, no Guarani em 1976

Batizado João Batista Ribeiro, Manduca vinha trabalhando no Itumbiara-GO e recentemente havia atuado no Jaguariúna.

MAIS DE 15 ANOS NO GUARANI
Entre os anos 1970/2000, trabalhou no Guarani, tendo ficado cerca de 15 anos no total, entre suas idas e vindas no estádio Brinco de Ouro.

Também trabalhou na Ponte Preta, Independente de Limeira, Jacutinga-MG, Primavera, Portuguesa Santista, Matonense, entre vários outros.

Manduca, em foto recente

Manduca, em foto recente