Tribunal pune meia do Operário por doping, mas atleta é liberado para jogar
A procuradoria queria uma punição de quatro anos ao atleta, que pegou gancho de dois meses, já cumpridos
A procuradoria queria uma punição de quatro anos ao atleta, que pegou gancho de dois meses, já cumpridos
Ponta Grossa, PR, 22 (AFI) – Suspenso preventinamente por doping durante a Série B do Brasileiro de 2019, o meia Cleyton, do Operário, teve seu caso julgado nesta quinta-feira pelo Tribunal de Justiça Antidopagem, por infração ao artigo 9º. do Código Brasileiro Antidopagem. Ele foi condenado, por maioria de votos, à pena de suspensão por dois meses, contados a partir da data da partida contra o Red Bull Bragantino, realizada no dia 12 de agosto de 2019, válida pela 16ª rodada.
O advogado Alessandro Kishino, que representa o Operário na Justiça Desportiva, explicou que o atleta já cumpriu a pena e está liberado para treinamentos e jogos oficiais.
“Tribunal julgou o caso Cleyton e entendeu pela punição de dois meses. A pena pretendida pela procuradoria, que é quem acusa, era de quatro anos de suspensão, mas conseguimos comprovar que o atleta não teve intenção de se dopar e, por isso, a pena acabou sendo leve. Agora é só fazer gol”, falou o advogado.
ALÍVIO DE CLEYTON!
O atleta testou positivo para a substância Dexametasona da classe Glicocorticoide, corticosteroide geralmente usado para doenças de pele, em exame antidoping realizado no dia 12/08/201
“Estou muito feliz. Fiquei mais de um ano sem entrar em campo. Foi um momento muito difícil. Agradeço a todos pelo apoio neste momento difícil. Dia mais feliz da minha vida. Estou um pouco emocionado e aliviado. Agora eu posso fazer o que eu mais amo que é jogar futebol”, finalizou o atleta.





































































































































