Série B: Paysandu segue negociando e pode anunciar treinador

Enquanto Arturzinho não é anunciado, Robertinho Gameleira segue no comando do Papão

Sem uma definição, Robertinho Gameleira vai comandar o time mais uma vez no próximo sábado, contra o Avaí, na Ressacada. Nas duas vezes que foi acionado, o interino não decepcionou, tanto que está com 100% de aproveitamento

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Belém, PA, 01 (AFI) – As conversas estão acontecendo, mas ainda não existe nada definido. Quase uma semana depois de deixar o Joinville, Arturzinho foi procurado pela diretoria do Paysandu e abriu negociação. De acordo com o próprio treinador, as chances de acerto são de 50%. Enquanto as partes não chegam a um acordo, Rogerinho Gameleira continua no comando de forma interina.

Arturzinho, que já havia sido procurado pelo presidente Vandick Lima quando Lecheva foi demitido, disse que o mandatário bicolor voltou a entrar em contato e as conversas estão em andamento. O ex-treinador do JEC, porém, garantiu que ainda não existe nenhuma definição, mas deixou claro a vontade de assumir o Papão: “seria uma honra dirigir um clube como o Paysandu”.

Sem uma definição, Robertinho Gameleira vai comandar o time mais uma vez no próximo sábado, contra o Avaí, na Ressacada, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Nas duas vezes que foi acionado, o interino não decepcionou, tanto que está com 100% de aproveitamento – vitórias sobre Paraná e Figueirense. Por isso, ele acredita estar preparado caso seja efetivado no cargo.

“Ninguém falou comigo sobre o assunto, mas se for convidado garanto estar preparado. Eu sempre estou preparado para surpreender nas oportunidades, como aconteceu contra Paraná e Figueirense. Caso chegue um novo treinador, espero que ele possa ajudar o Paysandu e eu aprender cada vez mais”, destacou o interino.

A outra vez que Robertinho Gameleira assumiu o Paysandu foi na quarta rodada, na vitória sobre o Paraná, por 2 a 0, no Mangueirão. O “bombeiro” entrou no lugar do demitido Lecheva e no dia seguinte deu espaço para o experiente Givanildo Oliveira, que ficou apenas seis jogos no comando bicolor.