Blog do Ari: Como está a representatividade do Guarani na dona CBF?
Melhor se precaver agora para evitar eventuais dissabores
Alta madrugada desta quarta-feira, eu aqui refletindo aquilo que poderia escrever sobre o Guarani para desfazer imagem de coluna pontepretana. E me ocorreu um assunto sugestivo, naturalmente diferente daquele surrado cotidiano.
No jornalismo esta introdução é chamada de ‘nariz de cera’, mas faz-se necessária para justificar postagem que merece reflexão da cartolagem.
É sabido que os atuais dirigentes são extremamente dedicados ao clube, pegam o touro a unha – como se diz na linguagem popular -, mas não têm rodagem na bola e, obviamente, pecam pelo noviciado.
Como o futebol não deve ser marcado por ressentimento e ódio, sugiro que eles ‘grudem’ em ex-dirigentes bugrinos representativos e sugiram que os acompanhem à sede da CBF para uma visitinha de ‘cortesia’.
Avisem-nos também que a sede na Rua das Alfândegas foi trocada por imponente prédio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
NADAR DE BRAÇADA
Se não chover granizo nos próximos meses, a projeção natural é que o Guarani nade de braçada nesta primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C, correto? Afinal, o nível técnico da divisão é precaríssimo.
Bom, e aí? Aí é preciso que os atuais dirigentes se conscientizem que futebol não se ganha apenas no campo. O trabalho fora dele pesa, e muito. Principalmente numa terceira divisão, dependendo da representatividade do adversário.
Imaginem um cruzamento do Guarani contra Santa Cruz ou Fortaleza? Guerra de bastidores na certa! Se bobearem, vira um rolo compressor contra o Bugre. Geralmente entra governo do Estado, federação, e outros quesitos mais de pressão.
Pelo andar da carruagem, este discurso comportadinho ou por vezes postura silenciosa dos atuais dirigentes é preocupante. Não se pode perder oportunidade de falar, mesmo que estrategicamente.
Querem oportunidade maior pra fazer um ‘barulhinho’ do que esta imposição de horário das 18h30 de quarta-feira da semana passada para o jogo contra o Vila Nova!.
De certo o barulhinho ou alarido não modificaria a definição, mas ecoaria. Seria manifestação de que o clube está atento a tudo que possa lhe trazer prejuízo de qualquer natureza.
No futebol, o máximo de vigilância e perspicácia é pouco. Que tal extensão de convites a dirigentes da CBF, principalmente o presidente José Maria Marim, para a solenidade que marca o 35º ano do título inédito do Campeonato Brasileiro conquistado pelo Guarani?
O recado está dado para que não se dormir de touca. Não deixem que circunstancialmente outros desgracem uma campanha que poderia ter epílogo feliz para o Guarani.
Façam tudo para evitar o choro do leito derramado.





































































































































