Segundona: Após conquistar vaga na raça, Cotia critica mudança de estádio

O clube garantiu vaga para a terceira fase mesmo jogando com os portões fechados

O Cotia não conta com sua torcida e teve que jogar as duas primeiras fases com os portões fechados, já que a presença da torcida no Estádio Euclides Almeida foi vetada pela Federação Paulista de Futebol.

0002048098681 img

Cotia, SP, 22 (AFI) – O Cotia não conta com sua torcida e teve que jogar as duas primeiras fases com os portões fechados, já que a presença da torcida no Estádio Euclides Almeida foi vetada pela Federação Paulista de Futebol. Agora, para esta terceira fase, a entidade também mudará o mando de campo do CFC, que será obrigado a atuar em Taboão da Serra.

0002048098681 img

A decisão da FPF não agradou o Cotia, uma vez que pretendia contar ao menos com o seu estádio, onde conhece todos os atalhos. Nas fases anteriores, o CFC não pôde contar com o 12º jogador, mas todo o elenco teve muita raça e determinação para colocar o time como um dos favoritos ao acesso.

“A mudança é ruim. Nós estávamos acostumados com o nosso campo e queríamos continuar jogando lá. O estádio de Taboão da Serra é bom, mas possui grama sintética e isso pode atrapalhar o nosso time. Mas, a motivação é boa. A diretoria, comissão técnica e os jogadores estão todos unidos e vamos fazer o possível para conquistar o acesso”, afirmou o técnico Pinho.

O primeiro desafio do Cotia para esta terceira fase será diante do Tanabi neste sábado, às 15h, no Estádio José Feres, em Taboão da Serra. Completam o grupo 17 o Primavera e o Tupã.