Náutico x Atlético – Furacão embalado no duelo dos opostos
O Atlético Paranaense é o quarto colocado do Campeonato Brasileiro, com 27 pontos
Motivado pela goleada por 3 a 0 contra o Palmeiras, onde o Atlético-PR garantiu vaga para as quartas de final da Copa do Brasil, o time paranaense enfrenta nesta sábado, o Náutico, às 18h30, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Recife, PE, 30 (AFI) – Motivado pela goleada por 3 a 0 contra o Palmeiras, onde o Atlético-PR garantiu vaga para as quartas de final da Copa do Brasil, o time paranaense enfrenta nesta sábado, o Náutico, às 18h30, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo acontece na Arena Pernambuco.
O Atlético Paranaense é o quarto colocado do Campeonato Brasileiro, com 27 pontos conquistados em 16 partidas. O Náutico, adversário deste sábado, entrou em campo 14 vezes na competição, somou oito pontos e ocupa a 20ª e última colocação. O confronto também vale a manutenção dos rubro-negros no G4 do Brasileirão.

Também pela Copa do Brasil, o Timbu venceu no tempo normal por 2 a 0 e levou a embate para as penalidades máximas, onde o Leão levou a melhor e acabou garantindo a classificação para às oitavas de finais da Copa Sul-Americana, em plena Arena Pernambuco.
O jogo será transmitido pela Rádio Banda B e Rádio Olinda, ambas parceiras da Rádio Futebol Interior.
Ajustes
A atividade desta sexta-feira foi a única do Furacão no gramado antes do confronto contra o Timbu. Na Ilha do Retiro, estádio do rival Sport, Vagner Mancini fez os últimos ajustes no Rubro-Negro, que não poderá contar com os suspensos Manoel e Pedro Botelho na partida em São Lourenço da Mata-PE.
Na parte inicial dos trabalhos, Mancini deu ênfase à bola parada, defensiva e também ofensiva. Na sequência, espaço para o tradicional rachão do elenco rubro-negro, que contou com Antônio Lopes no apito. Em campo, o treinador do Atlético Paranaense e demais membros da comissão técnica também participaram da descontraída atividade.
O duelo contra o Náutico, na Arena Pernambuco, tem “sabor” de reencontro para o lateral-esquerdo atleticano Willian Rocha. Em 2012, antes de se transferir para o Grasshopper [Suíça], o jogador rubro-negro atuou em Recife-PE pelo Sport, rival do adversário deste sábado, às 18h30, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Com a suspensão e lesão de Pedro Botelho, o camisa 36 é uma das opções para que Vagner Mancini escale o Atlético Paranaense para o confronto na Arena Pernambuco. E caso a oportunidade venha, Willian Rocha destaca estar preparado para ajudar os rubro-negros.
“Estou preparado. Pude entrar bem nos últimos dois jogos [Palmeiras e Botafogo], ajudando muito na marcação, para que saíssemos com as vitórias. Se a oportunidade vir, espero agarrar com unhas e dentes, para mostrar ao Mancini que também pode contar comigo”, destaca. “O Pedro [Botelho] está fazendo um excelente campeonato, tem que se respeitar isso. Caso eu entre no lugar dele, tenho que dar conta do recado, igual ele está fazendo”, afirma o lateral-esquerdo.
Incógnita
O técnico Jorginho considera o Náutico ainda uma incógnita. O jogo contra o Atlético-PR pode ser um ponto de partida em busca da tão sonhada regularidade, aspecto considerado pelo treinador essencial para o longo campeonato brasileiro. “Se não tiver regularidade não chega a lugar a nenhum” resumiu Jorginho.
O treinador gostou da resposta do time contra o Sport, mas, contra o AtléticoPR as circunstâncias são outras. “Clássico é tudo diferente. Era uma partida de matar ou morrer e eles se empenharam naquele objetivo. Acho que ainda não dá para analisar o Náutico. Ainda é uma incógnita. Eu espero que a nossa qualidade seja do nível que foi contra o Sport pra cima”.
Jorginho ponderou que Sulamericana e Brasileiro são competições com parâmetros distintos.
“Não quero menosprezar o adversário, mas, contra o Sport foi uma situação pontual. Agora, contra Vasco, Atlético-PR, Corínthians o grau de exigência é outro porque em um campeonato de pontos corridos o que define é a regularidade”.
Mais uma vez Jorginho não confirma o time. Auremir ainda se recupera da virose. Berna saiu mais cedo do treino por causa da conjuntivite. Jorginho deixou no ar algumas incertezas. “Ainda não sei se vou com dois meias, pois, não sei se a equipe suporta atuar novamente assim” comentou se referindo ao desgaste sofrido pelo meia argentino Diego Morales.
O duelo contra o Atlético-PR marca o encontro de dois técnicos que conhecem bem os times. Jorginho comandou o time paranaense na temporada passada, inclusive montou a base da equipe. Mancini trabalhou no Náutico no estadual. No entanto, para Jorginho é apenas um detalhe, que para ele, não faz diferença.
A grande preocupação de Jorginho é extrair mais do Náutico. Superar o time que em nove partidas do Brasileiro venceu sete e empatou duas ratificaria a grande evolução esperada pelo grupo. Para tal, o treinador voltou a bater na tecla da confiança. “Nosso time ainda precisa aprender a fazer gol e não ter medo de vencer. Precisamos chegar com mais gente lá na frente pra isso. Mas sinceramente eu espero que daqui pra frente as coisas sejam melhores” concluiu.





































































































































