Blog do Ari: Betão e Giovanni ‘enterram’ a Ponte; derrota normal do Guarani
Equipes de Campinas são derrotas neste sábado
Nesta postagem junto-me aos convencionais que comentam dois ou mais jogos naturalmente por evidências. Claro que isso não é o ideal. O foco deve ser apenas um jogo, mas como o Guarani começou a correr atrás da bola meia hora mais tarde de que Ponte, na noite deste sábado, deu pra captar aspectos que vão nortear o meu comentário.
Derrotas de ambos por 1 a 0 seriam consideradas normais pela circunstância. O Grêmio entrou em campo como favorito contra a Ponte Preta, em Porto Alegre, e prevaleceu sua melhor condição.
Guarani e Caxias são equipes que se equilavem, lutam praticamente em condição de igualdade pelo acesso ao Campeonato Brasileiro da Série B, e mesmo atuando em Campinas não se pode cobrar obrigatoriedade do Bugre vencer, até porque não havia convencido nas últimas partidas. Tudo poderia ocorrer neste jogo e deu Caxias.
ANORMALIDADES
Só assisti à partida do Guarani após o apito final na Arena do Grêmio. Logo, me cabe reproduzir a fala do amigo e jornalista Elias Aredes Júnior, da Rádio Central, no intervalo do jogo: “O Guarani não jogou nada. Tem que corrigir tudo”.
No segundo tempo Elias já enfatizava o maior volume de jogo do Guarani quando passei a conferir exatamente isso a partir dos 15 minutos.
Só que este volume de jogo era bola levantada pra área adversária, o que facilitou o trabalho de destruição do time gaúcho, que abusou de cera e de jogadas viris.
PUGLIESE
Gente, a TV flagrou a expressão de raiva do treinador bugrino Tarcísio Pugliese aos 33 minutos do segundo tempo. Logo, transtornado como estava, seria impossível racionar coerentemente sobre a expulsão do volante Edmilson de sua equipe.
Veja aquilo que ele falou na entrevista coletiva pós-jogo: “O árbitro conseguiu expulsar o Edmilson”.
Quantos e quantos treinadores recriminam jogadores de sua equipe que aplicam carrinho perigosíssimo como aquele de Edmilson, expulso com justiça, mas Pugliese, enfurecido, ainda foi tirar satisfação com o árbitro.
Só pra arrematar sobre Guarani, ninguém jamais poderá cobrar falta de raça do time. A boleirada é guerreira do começo ao fim. E isso é uma tentativa de compensar a falta de melhor qualidade técnica.
MULTA PRA GIOVANNI
O zagueiro Betão e o meio-campista Giovanni foram os responsáveis diretos pela derrota da Ponte para o Grêmio.
A atitude de Giovanni, na falta dura e desnecessária no meio de campo, foi coisa destemperada de molecão do juvenil.
O lance resultou no segundo cartão amarelo e, consequentemente o cartão vermelho aos oito minutos do segundo tempo. Sobrou, óbvio, para os companheiros dele que tiveram que se desdobrar em campo.
Claro que aquilo foi um ato de indisciplina, que deveria resultar em multa nos vencimentos do atleta. Antigamente convencionava-se dizer multa de 20% a 30% dos salários.
O treinador Jorginho também deveria se mancar. Giovanni não jogou absolutamente nada contra o Criciúma, na terça-feira. Logo, sequer merecia vaga no time.
O zagueiro Betão ‘enfiou no nariz’, como se diz no linguajar do futebol.
Com a bola limpa nos pés recuou mal. Pra variar o seu companheiro Sacoman estava desatento, e disso se aproveitou o atacante gremista Kleber. Recebeu o presentão e marcou o gol do Grêmio.
Ali minaram todas as chances de a Ponte Preta sustentar o empate sem gols. Até então, o Grêmio tinha mais posse de bola, porém não conseguia penetrar na área pontepretana.





































































































































