Gléguer nega acusação de furto e diz que voltaria ao União de cabeça erguida

O ex-jogador comentou sobre o apoio que vem recebendo do presidente Dario Furlan

“Quem anda em cima da verdade não tem medo de nada”, essas foram as palavras do ex-goleiro do Corinthians e Guarani, Gléguer Zorzin, depois de ser acusado pelo supervisor de futebol do União Barbarense, Almir Dionísio, de furtar objetos do clube

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Santa Bárbara d´Oeste, SP, 03 (AFI) – “Quem anda em cima da verdade não tem medo de nada”, essas foram as palavras do ex-goleiro do Corinthians e Guarani, Gléguer Zorzin (foto), depois de ser acusado pelo supervisor de futebol do União Barbarense, Almir Dionísio, de furtar bolas e até um aparelho de televisão do clube. Confira mais sobre a polêmica.

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Gléguer deixou o cargo de diretor de futebol, após o União Barbarense ter sido eliminado de forma precoce da Copa Paulista. Mesmo assim, o ex-goleiro disse que se fosse convidado ele voltaria a trabalhar no clube de Santa Bárbara d´Oeste. “Se precisar voltar, volto de cabeça erguida. Sempre me dediquei ao futebol, e aqui (União Barbarense) não foi diferente”, disse Gléguer em entrevista exclusiva ao Portal Futebol Interior.

O ex-jogador comentou sobre o apoio que vem recebendo do atual diretor de futebol do União Barbarense, Cleyton Vieira e do presidente Dario Furlan. Segundo Gléguer, sua cabeça está tranquila e tudo que ele fez dentro do clube foi com a permissão dos dois.

“Agradeço as palavras do Cleyton. O presidente Dario Furlan me tem como filho e isso já basta. Minha vida no futebol foi de muita dedicação. Tudo o que eu fiz e não fiz foi com aval deles. O que os outros falaram não é verdade. O que vale é o que eu fiz e isso, Cleyton Vieira e Dario Furlan sabem do que estou falando”, completou o ex-goleiro.

Vieira disse que a acusação feita pelo Almir Dionísio é falsa, pois segundo o atual diretor de futebol, essa pessoa quer difamar a imagem do clube e do próprio Gléguer. Segundo Cleyton, o ex-goleiro do Guarani e Corinthians é muito respeitado no clube e na própria cidade de Santa Bárbara d´Oeste.

“Deixei minha família em Minas, aí chegam essas pessoas e querem manchar minha história. Graças a Deus, o presidente está do meu lado. Posso falar que eu peguei minhas coisas pessoais dentro da sala com ordem de Cleyton, que me autorizou a levar essas coisas”, finalizou Gléguer.