Blog do Ari: Congelem as críticas; o Guarani precisa de sugestões no futebol
Comece a pensar no treinador ideal para 2014
Claro que o torcedor bugrino está com o coração dilacerado e o seu único conformismo é que o clube rival, a Ponte Preta, anda tão mal das pernas como ele.
Convenhamos, entretanto, que por ora se esgotou a cota de críticas aos dirigentes, comissão técnica e jogadores. A situação é irreversível. Acabou o sonho de acesso ao Campeonato Brasileiro da Série B e o jeito é pensar pra frente, como indica o ferrenho bugrino Luiz (desde 1911).
“Ao invés de criticar, vou procurar estar mais próximo do clube e contribuir. Se quero reviver aqueles bons tempos, é imprescindível que eu faça também minha parte. A instituição tem solução. É no colapso que surgem as reformas estruturais. Acho que chegou a hora de mais bugrinos se aproximarem da instituição”.
É por aí mesmo. E como o presidente Álvaro Negrão acena com ampla reformulação no elenco, uma limpeza geral, a pergunta é transferida a você, bugrino: quem tem bola pra ficar e encarar uma Série A2 do Campeonato Paulista?
Como não pode haver exigência exagerada de jogadores para uma A2, digamos que numa primeira peneirada Léo Costa, Edmilson, Júlio César, Laionel, Roninho, Rossini e Feijão poderiam ficar. Quiçá numa segunda peneirada seja possível puxar mais alguém.
Calma, gente. É escolha de boleiro para a A2, que não é uma Brastemp.
Bom, o principal, por ora, seria o novo comandante da comissão técnica para o lugar de Tarcísio Pugliese, que muito provavelmente sairá.
GERSON MOISÉS
Se a coluna tivesse o direito de fazer uma indicação, eis o nome: Gerson Sebastião Moisés, que não é outro senão Gersinho, ex-auxiliar técnico de Osvaldo Alvarez, o Vadão.
E antes que você lembre que ele move ação judicial contra o Guarani, que corre na 4ª Vara do Trabalho de Campinas, o caminho da negociação ainda é um salutar remédio.
Talvez o nome de Gersinho tenha residência entre bugrinos e nem sei se ele toparia o desafio de iniciar a carreira solo de treinador no Guarani na atual conjuntura, com salário modesto para o cargo, coisa de uns R$ 30 mil mensais.
Que ele conhece bola e sabe montar time, disso não tenho dúvida. Aquele montado para o Paulistão do ano passado, vice-campeão paulista, teve o dedo dele.
A saída de Gersinho do Guarani, ano passado, foi complicada. A crise hipertensiva sofrida em julho de 2012, em Natal (RN), foi séria.
Entre novembro ou dezembro passado, casualmente o reencontrei debruçado em balcão de uma farmácia defronte a Igreja de Santo Antonio, a espera do funcionário que trouxe um monte de remédios.
– Estou melhorando e se Deus quiser em breve volto ao trabalho – dizia Gersinho, ainda bastante abatido.
E Deus lhe reservou retorno ao Atlético Paranaense no início desta temporada, só que na função de observador técnico, que na linguagem do passado era apenas olheiro para indicar jogador ao clube paranaense.
“Avalio o atleta ao assistir as partidas ao vivo. O segredo não é observar apenas um grande jogador, mas visualizar também o perfil dele dentro do clube que você está trabalhando”, afirmou Gersinho ao portal Observatório CAP . (Clube Atlético Paranaense).
A discussão está abertura. Cada qual pode expor a sua idéia.





































































































































