Epopeia! Após maratona, elenco da Ponte chega e ganha folga
O grupo ganha um descanso merecido, após mais de 100 horas de viagens cansativas e situações inusitadas
Após uma ‘epopeia’ de quase uma semana, que vem se arrastando desde a tarde da última sexta-feira, a delegação da Ponte Preta finalmente chegou a Campinas. Visivelmente desgastado,os jogadores da Macaca ganharam folga e voltam aos treinos nesta sexta
Campinas, SP, 24 (AFI) – Após uma ‘epopeia’ de quase uma semana, que vem se arrastando desde a tarde da última sexta-feira, a delegação da Ponte Preta finalmente chegou a Campinas. Visivelmente desgastado, em seu desembarque no Estádio Moisés Lucarelli, os jogadores da Macaca ganharam folga e só se reapresentarão na tarde desta sexta.
Foto: PontePress/Guilherme DorigattiApós classificação na Copa Sul-Americana, o grupo ganha um descanso merecido, após mais de 100 horas de viagens cansativas e situações inusitadas, como a forte turbulência enfrentada pelos jogadores, durante o pouso do avião que os levava de Bogotá a San Juan de Pasto, na terça-feira.
“Foi uma viagem muito longa, ainda mais se contarmos que também saímos de Pasto para Bogotá. Agora é ir para casa e tenta descansar para reunir forças para o jogo de domingo que será decisivo para nós”, disse o goleiro Roberto, lembrando as quase 12 horas de viagem na volta.
A maratona da delegação alvinegra começou na sexta, quando embarcou para o Rio de Janeiro, onde enfrentaria o Fluminense. Depois disso, não voltou mais a Campinas, e praticamente não realizou treinamentos. Da capital carioca, seguiu para Guarulhos ainda no sábado, de onde partiu para Colômbia na madrugada de domingo.
Foto: Uéber Rosário/AFI
E não foi só isso!
O pior, entretanto, estava por vir. Após seis horas de viagem de Guarulhos a Bogotá, e de classe econômica ainda, o grupo passou o domingo na capital da Colômbia. A viagem para San Juan de Pasto estava programada para a segunda-feira.
O problema é que as condições climáticas da cidade encravada na Cordilheira dos Andes não permitiram o pouso na segunda. Resultado: o avião foi forçado a pousar em Cali e, após enfrentar problemas técnicos também no local, teve de voltar a Bogotá.
Com isso, os jogadores não puderam realizar o treino de reconhecimento do gramado, na segunda-feira à noite. A comissão técnica, porém, improvisou uma atividade em uma praça à frente do hotel onde estavam hospedados, em Bogotá.
Susto no avião
A chegada da delegação aconteceu apenas na própria terça, horas antes do jogo. E mesmo assim não foi o fim do martírio. No momento do pouso, o avião enfrentou uma forte turbulência e foi obrigado a arremeter o pouso, em uma manobra que assustou a todos.
Depois de tudo isso, dentro de campo, o time enfrentou a pressão do Deportivo Pasto e sua torcida, a chuva, o frio, a altitude, o cansaço e a tensão de uma decisão. Superado tudo isso, mais uma desgastante viagem de volta.





































































































































