Paulistão: 'Toda mudança é estranha' diz presidente do São Bernardo
Luiz Fernando Teixeira não sabe o que esperar do novo formato de disputa do campeonato
No início da tarde desta quarta-feira , foi realizado, na sede da Federação Paulista de Futebol, o sorteio dos grupos para o Paulistão 2014. Em um novo sistema, o torneio terá 15 jogos na fase inicial.
São Bernardo do Campo, SP, 30 (AFI) – No início da tarde desta quarta-feira , foi realizado, na sede da Federação Paulista de Futebol, o sorteio dos grupos para o Paulistão 2014. Em um novo sistema, o torneio terá 15 jogos na fase inicial e os clubes não enfrentam as outras equipes de seu grupo. Ao final da fase inicial, os quatro clubes com menor pontuação disputam a Série A2 em 2015.
“A mudança foi aprovada pelos 20 clubes, mas toda mudança é estranha. Vamos disputar neste novo formato e aguardar, pois não sabemos quais serão os resultados. O futebol brasileiro tem um problema grave de agenda e as Federações precisam se adaptar para que os estaduais sigam interessantes”, afirmou o presidente do São Bernardo FC, Luiz Fernando Teixeira.

Pelo sorteio, o SBFC ficou no Grupo C, ao lado de Santos, Portuguesa, Ponte Preta e Paulista de Jundiaí e não enfrentará estes clubes na fase de pontos corridos.
“Nossa chave será o grupo da morte, em relação a uma classificação para as fases finais. Mas teremos a vantagem de não enfrentar os grandes que estão no nosso grupo. Saímos na frente e buscaremos a vaga na Série D, para termos uma agenda na segunda metade do ano”, acrescentou Teixeira.
Para o presidente do Bernô, o clube disputará o torneio para permanecer na Série A1, conquistar uma boa posição e garantir a vaga para a Série D.
“O saldo do sorteio foi positivo para o São Bernardo FC. Agora vamos trabalhar para disputar o Paulista, montar um bom time, que encaixe, e que o São Bernardo possa permanecer e buscar uma posição interessante na A1”, concluiu.
Marco Polo Del Nero, presidente da FPF, prevê que o novo formato deverá se estender por pelo menos dois anos.
“A ideia é manter por dois anos esse formato. Caso os clubes e a Federação entendam de fazer alterações, temos de buscar apoio do Ministério do Esporte, que dirá sim ou não. Esperamos ter competitividade com esse sistema”, finalizou.





































































































































