Paulista A2: Após quase treze anos, volante do Santo André recorda primeiro acesso

Ramalho destacou quanto que esse feito foi importante para a sequência de sua carreira

Presente em alguns dos principais momentos da história do clube e revelado na própria base andreense, o volante Ramalho completará na próxima temporada treze anos da sua primeira conquista pelo time.

0002048128621 img

Santo André, SP, 12 (AFI) – Presente em alguns dos principais momentos da história do clube e revelado na própria base do Santo André, o volante Ramalho (foto) completará na próxima temporada treze anos da sua primeira conquista pelo time. Em 2001, o meio-campista integrava o grupo que retornava à elite do futebol paulista depois de sete participações consecutivas na segunda divisão.

0002048128621 img

Naquela competição, o campeonato tinha como o seu grande diferencial a disputa de pênaltis, se a partida terminasse empatada. Eram três chutes para cada equipe sem contar as cobranças alternadas, caso a igualdade no placar permanecesse, para decidir o vencedor, que levaria dois pontos para casa invés de apenas um.

Iniciando a carreira na época, o meio-campista recorda do jogo que não apaga da memória, o do acesso garantido diante do Ituano. “Foi um duelo que atuei improvisado na lateral-direita e vencido com o gol feito pelo Adãozinho, de pênalti. Faz bastante tempo, mas ficou marcado”, recordou sobre o triunfo por 1 a 0 realizado no dia 30 de junho e válido pela última rodada do Estadual.

Com 21 anos na época, Ramalho destacou quanto que esse feito foi importante para a sequência de sua carreira. “Para quem é jovem o acesso representa uma grande felicidade, pois a maioria dos jogadores nessa faixa etária não possui isso no currículo. Depois vieram outras glórias, mas essa foi a primeira de todas”, contou.

Diferenças
Na base dessa vivência, o volante aproveitou para ressaltar as mudanças que percebeu com o passar dos anos na divisão de acesso à elite do futebol de São Paulo.

“Antigamente a Série A2 era mais jogada com equipes técnicas, assim como na Série A1. Já hoje os clubes da segunda divisão não contam com tantos atletas de nome, e as partidas são muito mais acirradas”, concluiu.