Sul-Americana: Luis Fabiano faz cara feia, fala grosso e fica devendo futebol
Atacante revelado pela Ponte Preta continua vivendo o maior inferno astral de sua carreira
São Paulo, SP, 20 (AFI) – Ironicamente revelado na base da Ponte Preta, o atacante Luis Fabiano continua vivendo seu inferno astral. Nada dá certo para ele. Mesmo assim, após a derrota do São Paulo para a Macaca, por 3 a 1, no Morumbi, ele ainda reclamou de ter ficado no branco. Não com palavras, mas com cara de “lobo mau”. O vencendor do confronto de 180 minutos vai enfrentar o vencedor do duelo entre Libertad-PAR e Lanus-ARG.
Foto: Rodrigo Villalba
“Não fui escalado, mas fazer o quê? O ano inteiro a torcida tem pego no meu pé e estou aqui em campo. Não é qualquer um que veste a camisa do São Paulo”, comentou Fabiano, visivelmente
contrariado. Ele cometeu cinco faltas por trás, mesmo tendo entrado no segundo tempo e merecia, pelo menos, ter recebido um cartão amarelo. Deu sorte, desta vez.
Mas disse que “respeita a decisão do técnico” e também avisou que no futebol nada é impossível.
“Ficou difícil, mas não impossível. Vamos fazer de tudo para reverter esta situação”, prometeu o mau-humorado Fabiano, que não é mais aquele grande artilheiro faz tempo. O seu forte sempre foi a força e o arranque, o que não dispõe mais com o peso da idade.
Welliton também entrou no segundo tempo e não jogou nada. No final do jogo não quis comentar nada à IMprensa. Ou seja, não jogou e não falou.
TORCIDA JOGOU COM PREGUIÇA
O jogo de volta pelas semifinais da Copa Sul-Americana será realizada na próxima quarta-feira, em Mogi Mirim. O São Paulo precisa vencer por 3 a 0 para ir à final. Se vencer por 3 a 1, daí a vaga será definida nos pênaltis. Caso contrário, a vaga ficará com a Macaca beneficiada pelos “deuses do futebol” depois de uma briga intensa nos bastidores.
A torcida são-paulina saiu rápido do Morumbi. Perto dos 35 minutos, a torcida começou a sair, porque o jogo já estava praticamente decidido para a Macaca: por 3 a 1.
“O que houve aqui foi a tática do pit Bull. A Ponte mordeu o São Paulo e depois foi ao ataque e buscou a vitória. O São Paulo voltou para o segundo tempo numa preguiça de dar dó”, comentou o analista da Rádio Globo de São Paulo, Osvaldo Paschoal.





































































































































