Mais polêmica! São Paulo promete briga por mais ingressos contra Ponte

A diretoria da Macaca reservou, sob orientação da Polícia Militar, 5% das entradas: 1.024 ingressos

Depois de vencer a “queda de braço” e conseguir mandar o jogo de volta para o Estádio Romildo Ferreira, em Mogi Mirim, os dirigentes tricolores, agora, também contestam a carga de ingressos destinada aos são-paulinos.

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São Paulo, SP, 25 (AFI) – A diretoria do São Paulo, definitivamente, parece disposta a apimentar a semifinal contra a Ponte Preta na Copa Sul-Americana. Depois de vencer a “queda de braço” e conseguir mandar o jogo de volta para o Estádio Romildo Ferreira, em Mogi Mirim, os dirigentes tricolores, agora, também contestam a carga de ingressos destinada aos são-paulinos: 1.024 ingressos.

A diretoria da Macaca reservou, sob orientação da Polícia Militar, 5% das entradas para o time visitante – na verdade 5% da capacidade total do estádio, que é de 20.558 torcedores, é 1.028. A carga limitada foi definida por questões de segurança. Tanto que os alvinegros terão 15 mil bilhetes e não 19.534, que é diferença da capacidade e os ingressos visitantes.

Para contestar o números de ingressos, o vice—presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, usou o regulamento da Sul-Americana para pedir uma carga quatro vezes maior. “Está no regulamento que o mínimo de ingressos oferecidos deve ser 4 mil. Queremos apenas que o regulamento seja cumprido”, argumentou.

No entanto, o artigo 20.6 do regulamento da competição exige que sejam reservados “até 2 mil entradas” até as quartas-de-final e até “4 mil na semifinal e na final”. Isso significa, que ois clubes mandantes não são obrigados a dar carga superior a estes números.

Além disso, o artigo 20.6 explica que as autoridades nacionais competentes – no caso Polícia Militar, Copa do Bombeiros, Ministério Público, entre outros – pode interferir na divisão dos ingressos, por “questões de segurança e organização”.

Confira abaixo o artigo 20.6 da Sul-Americana:

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