Confira as ATUAÇÕES da grande final da Copa do Brasil!
O Flamengo conquistou o tricampeonato na noite desta quarta-feira
Nesta quarta-feira, o Flamengo se sagrou tricampeão da Copa do Brasil, ao vencer o Atlético-PR por 2 a 0. A partida em si foi tensa.
Rio de Janeiro, RJ, 28 (AFI) – Nesta quarta-feira, o Flamengo se sagrou tricampeão da Copa do Brasil, ao vencer o Atlético-PR por 2 a 0. A partida em si foi tensa. O jogo foi muito equilibrado, com pequeno domínio do clube carioca. O Mengão foi o time que buscou o ataque e chegou ao gols nos minutos finais, quando o Furacão deixou de lado a formação tática e saiu para cima. O destaque pelo lado atleticano foi o goleiro Weverton, que não teve culpa nos gols e Dellatorre. Pelo outro lado, Luiz Antônio e Paulinho foram os nomes do embate.
Confira as atuações da final:
FLAMENGO
Felipe (Nota 5,5) – Não foi exigido. O Atlético-PR pouco ameaçou. Quando precisou sair, acabou falhando e quase soltou a bola no pé do atacante adversário.
Léo Moura (Nota 7) – Consciente com e sem a bola, o lateral sabe como poucos a hora de segurar e a hora de ir para o ataque. O veterano anulou o adversário no seu setor e ainda subiu muito bem ao ataque. As melhores jogadas do Mengão saíram do seu lado.
Samir (Nota 6,5) – O jogador entrou para substituir Chicão e não comprometeu. Mostrou muita raça e não deu folga aos atacantes. Mostrou bom entrosamento com Wallace.
Wallace (Nota 6,5) – Seguro como sempre, tranquilizou o jovem Samir e conseguiu segurar o ataque curitibano com muita propriedade.
André Santos (Nota 5,5) – Discreto, o lateral não comprometeu. Fez boas jogadas pelo lado esquerdo de campo, mas acabou sendo expulso no final da partida, em confusão com o atacante Ciro.
Amaral (Nota 7) – Desta vez não fez gol, mas esteve impecável. O cão de guarda “apenas” não deixou Paulo Baier jogar.
Luiz Antônio (Nota 8,5) – Jogou muito. O volante foi o jogador mais lúcido do Flamengo na primeira etapa, sempre que chegou ao ataque foi com perigo e para fechar a conta deu o passe para o gol do artilheiro Hernane.
Elias (Nota 7,5) – Bem marcado, o meia não apareceu como de costume, mas foi o grande responsável pela vitória do Flamengo, já que o primeiro gol saiu de seus pés. Com uma ótima visão de jogo, se posicionou bem, quando recebeu o toque de Paulinho.
Carlos Eduardo (Nota 4) – Mais uma vez descepcionou. O meia ainda não conseguiu demonstrar o mesmo futebol de outrora. Foi substituído no início do segundo tempo.
Paulinho (Nota 8,5) – O melhor! Demorou para entrar no jogo, mas quando entrou ninguém segurava. Rápido, o atacante foi o responsável pelas melhores jogadas de ataque do Flamengo. Deu o passe para o gol de Elias
Hernane (Nota 8) – O Brocador esteve sumido na maior parte do tempo, mas foi importante em segurar a marcação adversária. Como não podia deixar de ser, deixou o seu e disparou como o maior artilheiro do novo Maracanã.
Diego Silva (5,5) – Entrou no lugar de Carlos Eduardo, guardou posição e fez o arroz com feijão.
González (5) – Jogou pouco. Não compromeu nos dez minutos finais que esteve em campo e ainda viu sua equipe marcar duas vezes.
João Paulo (sem nota) – Entrou no final da partida no lugar de Elias.
Técnico: Jayme de Almeida (Nota 7,5) – Escalou o time de forma perfeita e bem fechada. Conseguiu anular os pontos fortes do Atlético-PR e colocou o time para frente na segunda etapa, resultado: o título da Copa do Brasil.
ATLÉTICO-PR
Weverton (Nota 6) – Partida segura. Teve trabalho em alguns lance e esteve bem colocado para defender. Nos dois gols do Flamengo não foi o culpado.
Juninho (Nota 5) – Discreto. Ficou mais preso na marcação e deu conta do recado ao segurar os avanços de André Santos.
Manoel (Nota 5,5) – Fez bem o seu papel. Segurou Hernane até os minutos finais, quando o Atlético-PR se jogou ao ataque. No final, o time não tinha mais formação tática, o que atrapalhou seu papel em campo.
Luiz Alberto (Nota 5,5) – Assim como o companheiro de partida, não comprometeu. No final, sofreu com os avanços de Paulinho.
Pedro Botelho (Nota 4,5) – Recebeu a missão de aproveitar as costas de Léo Moura, mas não conseguiu cumprir a função. Deixou o lado esquerdo aberto, lugar onde saiu os melhores subidas do adversário.
Deivid (Nota 6) – Não teve problema em marcar Carlos Eduardo, que mais uma vez foi mal. Aguerrido, o volante foi um dos destaques do primeiro tempo, mas assim como todo time, acabou caindo de produção no final.
Zezinho (Nota 5,5) – O volante contribuiu para a forte marcação do Atlético-PR em todo jogo, no ataque não chegou.
Felipe (Nota 4,5) – Com Paulo Baier sumido, Felipe também não apareceu. Saiu para dar lugar a Dellatorre, que fez mais em menos dois minutos que esteve em campo.
Paulo Baier (Nota 4) – Sumido. Ficou longe das boas exibições, que fez com que o Atlético-PR chegasse até a final. Foi o jogador que mais errou passe na partida, mas também era o mais acionado.
Marcelo (Nota 5,5) – Correu e foi só. Desta vez, o atacante foi parado pela forte marcação adversária. Não chegou com perigo.
Éderson (Nota 5) – Nem de longe demonstrou o mesmo futebol, que o fez artilheiro do Brasileirão. Muito abaixo do esperado.
Dellatorre (6,5) – Entrou no segundo tempo e tentou colocar fogo no jogo. Foi responsável pela única chance de perigo do Atlético no embate. Seus companheiros de equipe não ajudaram.
Ciro (3) – Entrou no lugar de Éderson. Não conseguiu chegar ao ataque a ainda foi expulso, em confusão com André Santos.
Cléberson (5) – Pouco jogou. Foi a última cartada de Vágner Mancini, mas não apareceu em campo.
Técnico: Vágner Mancini (Nota 5) – Errou em colocar o time defensivamente em todo embate. No segundo tempo, fez tudo que podê para colocar o Atlético ao ataque. Mexeu bem, mas o time não respondeu.





































































































































