Blog do Ari: Jorginho estava fora do Goiás na decisão da Sul-Americana
Time goiano repete história da Ponte de disputar título e ser rebaixado
A história de que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar já foi desmentida no CT (Centro de Treinamento) da Barra Funda do São Paulo. Se em 1996 o preparador físico Altair Ramos foi atingido por uma descarga durante um treino, dois anos depois o fato se repetiu sendo a vítima o meia Adriano do Figueirense (SC), num jogo contra o São Paulo.

Portanto, se está provado que raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, por que o espanto de a Ponte Preta ter se classificado para disputar o título da Copa Sul-Americana e simultaneamente ser rebaixada do Campeonato Brasileiro da Série A?
O fato já havia acontecido com o Goiás em 2010, quando foi rebaixado do Campeonato Brasileiro com dois jogos de antecipação, mas paradoxalmente chegou à final da Copa-Sul-Americana.
Só que, diferentemente daquilo que se alardeou por aí, o treinador Jorginho Campos não disputou o título com o Goiás. Ele foi demitido um dia após a equipe sofrer goleada por 4 a 1 para o extinto Grêmio Prudente, em Presidente Prudente, dia 7 de novembro de 2010, ficando, portanto, 70 dias no comando da equipe, pois havia assumido no dia 30 de agosto.

Arthur Neto foi o substituto de Jorginho, quando o Goiás tinha 31 pontos.
O Goiás – já com Artur Neto no comando técnico – foi à final da Copa Sul-Americana após vitória de virada sobre o Palmeiras por 2 a 1, no Estádio do Pacaembu, após ter sido derrotado no Estádio Serra Dourada por 1 a 0. Nas quartas-de-final o time havia passado pelo Avaí.
Na final contra o Independente, o Goiás venceu por 2 a 0 no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, mas foi derrotado por 3 a 1 na Argentina. Assim, a decisão ocorreu através de cobranças de pênaltis e o time argentino venceu por 5 a 3.





































































































































