Sul-Americana: Campinas dividida, bares cheios e rojões dos dois lados

Bares lotados para torcer a favor ou contra a Ponte Preta pela televisão direto de Lanús

A cidade de Campinas parou nesta quarta-feira à noite para acompanhar a decisão da Copa Sul-Americana entre Lanús e Ponte Preta. Se a metade preto e branco da cidade torcia a favor da Ponte, a outra metade verde e branco, do rival Guarani.

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Campinas, SP, 11 (AFI) – A cidade de Campinas parou nesta quarta-feira à noite para acompanhar a decisão da Copa Sul-Americana entre Lanús e Ponte Preta. Se a metade preto e branco da cidade torcia a favor da Ponte, a outra metade verde e branco, do rival Guarani, também se pôs na frente da televisão para torcer contra a Macaca. Bares e restaurantes ficaram lotados.

Uma grande concentração de torcedores esteve no City Bar, reduto conhecido ao lado do Centro de Convivência. Bares próximos também tinham muitos torcedores com camisas, bandeiras e faixas da Ponte Preta.

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Movimentação intensa também em bares e restaurantes do Cambuí. Outra região muito agitada era do Taquaral, em bares conhecidos como Bar do Edu, “Seo Ângelo” e Zimbar.

“Não gosto muito de futebol, mas não tem como deixar de torcer pela Ponte Preta, que representa a cidade de Campinas”, comentou Tatiana Bonifácio, mesmo vestindo verde e torcendo pelo alvinegro. Suas amigas também tinham opinião parecida.

Luis Ramos, com a faixa de campeão no peito, também tomava a sua cerveja esbanjando confiança.

“Vai dar Macaca na cabeça. Só de chegar onde chegamos, já é motivo para comemorar”, afirmou ao lado do amigo Mauro Ximenes, também vestindo a camisa da Macaca.

FOGOS DOS DOIS LADOS
E os rojões também eram ouvidos desde o início da noite. A maioria era, com certeza, de pontepretanos anunciando a festa da noite. Mas muitos rojões também foram ouvidos no momento em que o Lanús abriu o placar, com Ayala, aos 24 minutos do primeiro tempo, após um contra-ataque.

E mais rojões foram ouvidos aos 47 minutos, quando Blanco marcou o segundo gol e, praticamente, frustou o sonho dos pontepretanos.