Advogado diz que Portuguesa terá cautela antes de acionar a Justiça Comum
O advogado ainda desmentiu as informações de que pediria escutas telefônicas de Osvaldo Sestário
São Paulo, SP, 13 (AFI) – O advogado da Portuguesa, Orlando Cordeiro de Barros (foto abaixo), garantiu nesta sexta-feira que o clube não trabalha com a hipótese de acionar a Justiça Comum para se defender da acusação da CBF, quando teria escalado o meia Héverton de forma irregular, na última rodada do Brasileirão.
Isso porque a Portuguesa teria que esgotar todas as instâncias na esfera desportiva. E para Orlando o clube tem condições de provar inocência no julgamento da próxima segunda-feira, tudo dentro dos critérios impostos pela própria lei brasileira.
“Prefiro não falar em Justiça Comum. Até porque teríamos que esgotar toda as instâncias desportivas. Temos argumentos de que a Portuguesa não errou no caso do Héverton. Estamos dentro da lei. Temos consciência disso”, argumentou.

O advogado também desmentiu a informação de que o clube pediria para que fosse rastreada as escutas telefônicas do ex-advogado Osvaldo Sestário, que disse ter informado a Portuguesa de que o meia não poderia atuar no final de semana. Ele foi demitido no início da semana.
“Não sei de onde saiu esta informação. Não tem nada de escuta telefônica. Se não saiu da minha boca não tem sentido algum. Não existe”, disse Orlando Cordeiro.
Na próxima segunda-feira a Portuguesa será julgada por ter escalado Héverton de forma irregular. Se punida será rebaixada para a Série B. O que livraria o Fluminense, 17.º colocado na classificação geral.
Relembre!
Na noite de terça-feira, foi revelado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que a Portuguesa teria escalado o jogador Héverton de modo irregular na partida contra o Grêmio, pela última rodada do Brasileirão, o que faria a Lusa perder quatro pontos – três como punição e um conquistado na partida que o jogador esteve em campo – e tomasse o lugar do Fluminense na zona de rebaixamento.
O jogador foi julgado na última sexta-feira, por conta da expulsão diante do Bahia, na 36.ª rodada, e pegou dois jogos de suspensão, o primeiro cumprido diante a Ponte Preta e o segundo seria contra o Grêmio, porém, a diretoria do clube nega ter recebido a informação sobre o gancho.
Na ocasião, a Lusa estava sendo representada pelo advogado Osvaldo Sestário, que, de início, preferiu não se pronunciar sobre o caso. No final da tarde ele parece ter feito um “lava as mãos” ao dizer para a imprensa que “comuniquei o clube sobre tudo que tinha acontecido no julgamento”. Cada um interpreta estas palavras do jeito que achar melhor.





































































































































