Papéis picados foram arma secreta de Lanús na decisão da Sul-Americana
Diretoria do clube argentino direcionou canhão para o lado pontepretano
Campinas, SP, 14 (AFI) – Passou ‘batido’ aos olhares da maioria a estratégia de dirigentes do Lanús sobre o direcionamento de papéis picados atirados ao gramado, antecedendo a partida contra a Ponte Preta, na quarta-feira.

Afora o habitual foguetório quando a equipe entrou em campo, estrategicamente seis canhões para jatos de papéis picados cintilantes foram direcionados para uma metade do campo.
Coincidência ou não, a Ponte Preta defendeu justamente na metade do campo em que foram atirados os tais papéis. Funcionários do clube ainda fizeram uso de um sugador para retirá-los da pequena área do goleiro Roberto, da Ponte Preta.
Da arquibancada, torcedores nem sempre tiveram plena visibilidade da bola branca, confundida entre os papéis da mesma cor. Se isso teve interferência direta ou indiretamente aos jogadores pontepretanos, só eles para explicarem.
O certo é que durante o intervalo, os mesmos funcionários do Lanús tiveram preocupação em sugar o máximo possível dos papéis picados, visto que seria o clube da casa quem defenderia por ali.





































































































































