Sílvio Gumiero: Base boa, futuro garantido
Os grandes times contam com alimentação, treinos, estrutura e até mesmo psicólogos para a garotada
Aproveito o desenrolar da Copa São Paulo de Juniores e um papo com o meu amigo Mário Juliato, para escrever sobre as categorias dos clubes brasileiros. Neste país tão grande, os novos jogadores, as jovens promessas, surgem de norte a sul.
Aproveito o desenrolar da Copa São Paulo de Juniores e um papo com o meu amigo Mário Juliato, para escrever sobre as categorias dos clubes brasileiros. Neste país tão grande, os novos jogadores, as jovens promessas, surgem de norte a sul, de leste a oeste. O que é preciso para um clube ter uma boa base para as categorias de Sub13 a Sub 20?
Em primeiro lugar uma estrutura extraordinária, com centro de treinamento composto de diversos campos, bom alojamento para os jogadores, aparelhos modernos e equipe competente. Por equipe competente entende-se nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, preparadores físicos e de goleiros e o que é muito importante, treinadores especialistas.
É conveniente ter no centro de treinamento, cursos aprovadas pelo MEC, a fim de preparar os jogadores para a escola da vida. É só isso ou tudo isso? Mais, ter olheiros profissionais, isto é, pagos pelo clube. Com isso, o clube ganha na qualidade, para ficar mais fácil revelar vários jogadores anualmente. O treinador Cilinho, tinha seus olheiros pelo Brasil, quando cuidou das bases da Ponte Preta e do São Paulo. São inúmeras as revelações feitas pelas suas mãos. Hoje, existem vários clubes que têm todos os itens citados nesta coluna.

Cruzeiro, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense e São Paulo são bons exemplos. O Palmeiras quer uma base forte. Contratou o treinador Diogo Giacomini com experiência de 2 anos no América Mineiro, 2 anos no Cruzeiro e 6 anos no Atlético Mineiro.
Ele tem competência para a função. Possui também vários olheiros profissionais remunerados em diversas regiões. Em 2015, talvez o Verdão tenha a recompensa, colhendo os frutos.
É necessário que os clubes não se rendam aos empresários, lançando os garotos da base nos profissionais, antes da hora. Os fundamentos, a técnica, a habilidade, juntos com a parte psicológica, precisam de uma certa maturidade, para que o jogador sinta-se preparado para o sucesso. Aí só falta um link da base para o time principal.





































































































































