Mato-Grossense: Sob desconfiança, Orione deixa FMF e Wellington Silva assume

O ex-mandatário está sendo questionado de como vem gerindo o dinheiro recebido da CBF

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Cuiabá, MT, 20 (AFI) – A Federação Mato-Grossense de Futebol (FMF) elegeu seu novo presidente na tarde desta segunda-feira. De licença médica, Carlos Orione, dá lugar à Luiz Wellington Silva, que deve permanecer no cargo até o próximo ano, uma vez de que seu antecessor não tem data prevista para retomar a posse.

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A saída de Carlos Orione, nada mais é, do que uma manobra, após ser questionado de como vem gerindo o dinheiro (R$ 100 mil) que recebe da Confederação Brasileira de Futebol, a CBF, já que os clubes que não têm apoio de empresários locais encontram-se falidos.

Insatisfeitos com a ausência de apoio que recebem de FMF, os times da Primeira Divisão do Mato Grosso se uniram e resolveram entrar na Justiça para questionar a mafiosa manobra de Carlos Orione, que deveria ter assumido o cargo de João Carlos, atual vice-presidente, que acabou sendo deixado de lado.

A má administração de dentro da FMF vem afetando diretamente a competição de forma negativa. Sorriso e Vila Aurora, conforme informado com exclusividade pelo Portal Futebol Interior, deixaram a competição por falta de recursos e de apoio da entidade.

Há 38 anos no cargo, Orione começou como interventor , em 1976, representando os interesses do governo militar por 38 anos. O ex-mandatário estava visivelmente sem nenhuma condição clinica para adminsitração da Federação Mato-Grossense, e acabou sendo um dos responsável pela saída dos times do Sorriso e da Vila Aurora, que deixou a competição com um regulamento no mínimo estranho, além de ser muito criticado por torcedores e diretores do Cuiabá.

O estranho foi o fato de que nenhum dos dirigentes de clubes profissionais tenha sido chamado para assumir o cargo, que caiu no colo de um simples presidente de Liga.

Dos times que disputam a Primeira Divisão do Mato Grosso apenas dois deles conseguem manter um bom nível, graças aos esforços pessoais de dirigentes de Luverdense e Cuiabá. O primeiro subiu para a Série B deste ano. Já o segundo disputa a Série C do Brasileiro.