Paulista A2: Guaratinguetá não vê a hora de atuar em seu Estádio

A garça espera que no dia 26 de fevereiro, quando enfrenta o Red Bull, o time já possa atuar em Guaratinguetá

Depois de mais um empate como mandante sem atuar em Guaratinguetá, desta vez em Taubaté, por 1 a 1 com o São José, o Guará não vê a hora de voltar a atuar no Estádio Dário Rodrigues Leite. Interditado pela FPF.

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Guaratinguetá, SP, 17 (AFI) – Depois de mais um empate como mandante sem atuar em Guaratinguetá, desta vez em Taubaté, por 1 a 1 com o São José, o Guará não vê a hora de voltar a atuar no Estádio Dário Rodrigues Leite. Interditado pela FPF, o Estádio passou por reforma e todo o gramado foi trocado. A falta de chuvas nos últimos dias, porém, atrasou o processo de crescimento do gramado.

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Já com tudo regularizado, o Estádio recebeu vistoria na manhã desta segunda-feira por representantes da Federação, que deram sinais de que o campo será liberado. O clube vive a expectativa de já poder atuar em casa no próximo dia 26, quando enfrenta o Red Bull.

Desde a troca de comando da empresa, que passou para as mãos dos empresários Pedro Panzelli e Mario Augusto Nunes, o Marinho, o Guaratinguetá vive um processo de reformulação tanto dentro de campo como fora dele. Os novos mandatários do clube querem que o Dário Rodrigues Leite deixe de ser visto como um campo de gramado ruim para ser uma referência no Vale do Paraíba.

Na partida contra o São José, neste domingo, João Marçal ressaltou que a presença cada vez maior do torcedor empurrará o time a mais vitórias.