Blog do Ari: Vem um ‘festival’ de jogos inexpressivos na Copa do Brasil
CBF programa competição para agradar dirigentes de federações
Convenhamos que já encheu o saco esta ultra democratização do futebol na Copa do Brasil. Este negócio de a CBF enfiar pro meio da competição equipes inexpressivas da cochinchina já deu aquilo que tinha que dar.
Tudo pra agradar dirigentes de federações, num inequívoco esquema político para que mandatários estaduais continuem bem alinhados aos cartolas da CBF.
Convenhamos que não há lógica a Ponte Preta mandar uma delegação para o Roraima para enfrentar o Náutico de lá.
Ah mas a Ponte mandou pra lá uma equipe reserva, podem argumentar. Sim, mas não interessa. O trabalho da semana fica prejudicado porque o elenco não está completo para os treinamentos visando à reta de chegada do Campeonato Paulista.
ESTORVO
São viagens cansativas que não levam a nada. Se a Ponte não matar o segundo jogo, com vitória por dois gols de diferença, aí o caldo engrossa ainda mais. Terá que se sujeitar ao estorvo do jogo da volta.
Ora, é sabido que não há como a Ponte perder a classificação. Então por que programam jogo deste tipo?
E isso vale igualmente para clubes médios e grandes do futebol brasileiro, obrigados a selecionarem a ‘reservada’ pra jogar.
O que equipes como Vilhena de Rondônia, Trombense de Minas Gerais, Goianésia de Goiás, Rondonópolis, Paragominas, Santa Rita de Alagoas e J. Malucelli do Paraná vão acrescentar nesta Copa do Brasil? O que?
Tem validade reservar vagas para clubes como CSA de Alagoas, Sampaio Corrêa do Maranhão, Sergipe, Treze e Botafogo da Paraíba, Londrina, Mixto de Cuiabá e Flamengo do Piauí, por exemplo, clubes com tradição no futebol brasileiro. Convenhamos que o ‘arranca toco’ não pode estar neste meio.





































































































































