Silvio Gumiero: Ponte Preta e Guarani complicados em suas missões
A Macaca vai ter dificuldades na Série B e o Guarani muitos obstáculos na Série C
Clube é uma coisa, time é outra. É bom não misturar, mas todo clube que tem um time profissional, depende dele para ter sucesso. Guarani e Ponte Preta, quando alcançaram o ápice no cenário esportivo nacional, foi por causa dos bons momentos.
Clube é uma coisa, time é outra. É bom não misturar, mas todo clube que tem um time profissional, depende dele para ter sucesso. Guarani e Ponte Preta, quando alcançaram o ápice no cenário esportivo nacional, foi por causa dos bons momentos dos seus times.
Não é hora de comentar se o clube Guarani tem uma dívida muito elevada ou se o clube Ponte Preta está bem financeiramente. O meu comentário é sobre os dois times nos próximos Campeonatos Brasileiros.
Vadão deveria atuar em outra função na Ponte PretaA Ponte na Segunda e o Guarani na Terceira, depois das suas desclassificações nos estaduais. A Ponte no início do Paulistão Chevrolet Onix, estava ameaçada de rebaixamento. Demitiu o treinador Sidnei Moraes e trouxe o Vadão. Ele, profundo conhecedor do futebol, levou o time à fase seguinte, quando saiu da competição depois da derrota por quatro a zero para o Santos.
A contratação do Vadão foi certa, mas na função errada. Eu não me canso de bater nesta tecla do meu computador, já é a terceira vez que escrevo que o Vadão deve ser o manager, o manda chuva, o big boss do futebol da Ponte. É preciso contratar um treinador que tenha as suas características,para que se crie uma dupla vencedora.
Narciso, que levou o Penapolense à semifinal, penso que é um bom nome. É estudioso, gosta de trabalhar, é humilde e quer crescer. O elenco da Ponte é fraco, necessita de uns 8 reforços para conquistar o acesso ao Brasilerão. Isso se o zagueiro César, o centrocampista Bruno Silva e o atacante Alemão ficarem. Vadão sabe muito bem disso.
BUGRE, MAIS COMPLICADO
Por outro lado, a situação do Guarani é bem mais difícil. Vai ter que contratar um novo elenco, além de um treinador com comissão técnica completa e um gerente de futebol. Todos adequados nas suas competências para disputar a Terceira Divisão do Brasileiro. Márcio Fernandes não deu certo e Simplício foi uma decepção.
O Guarani vai ter que começar do zero. O fato complicador para o Guarani e para a Ponte Preta é que as montagens dos times e os padrões que os treinadores darão a eles, acontecerão durante o transcorrer dos campeonatos. É trocar os pneus com os carros andando.
Algumas rodadas antes da Copa do Mundo, um refresco de 40 dias com muitos treinos e a partir de julho, cada jogo será uma decisão. São missões difíceis, mas com planejamentos certos que ainda dá tempo de serem feitos, não são impossíveis de serem conquistadas.





































































































































