Prostituição infantil deve aumentar em Fortaleza durante a Copa do Mundo
Em contato com a reportagem do Futebol Interior, menor de idade admitiu já estar fazendo aulas de inglês
Sediar um evento como a Copa do Mundo, faz com que diversos setores do comércio brasileiro lucrem, entre eles, um mais alternativo, como a prostituição. Considerada como um das cidades com maior índice de prostituição.
Fortaleza, CE, 31 (AFI) – Sediar um evento como a Copa do Mundo, faz com que diversos setores do comércio brasileiro lucrem, entre eles, um mais alternativo, como a prostituição. Considerada como um das cidades com maior índice de prostituição, principalmente infantil, no Brasil, Fortaleza que receberá partidas do evento deve ser alvo das garotas de programa durante o Mundial.
Os motivos para entrar neste meio são os mais diversos. Vão desde a falta de oportunidades e a pobreza (os mais comuns), até mesmo por pura opção por se tratar de uma maneira “fácil” de conseguir dinheiro e para algumas delas, até mesmo prazerosa.

A reportagem do Futebol Interior conversou com uma menor de idade que preferiu não ser identificada devido ao medo da exposição, portanto, será utilizado nome fictício.
“Não queria ter que fazer isso e não me orgulho, mas como muitas, vim de familia pobre e desde cedo precisei ajudar em casa. Como ainda tenho menos de 18 anos não consegui emprego nos lugares que tentei, mas pretendo deixar esse mundo quando eu conseguir dar uma vida melhor para minha familia”, explicou Gabriela, que com 16 anos, quer largar a prostituição quando atingir a maioridade, mas que usará a Copa do Mundo para obter um lucro dobrado.
“Em média consigo tirar cerca de R$ 2 mil, mas com a Copa do Mundo acho que vai aumentar porque os estrangeiros procuram. É claro que com isso vou aumentar meu preço, é uma boa oportunidade para conseguir juntar mais dinheiro, mas muitas garotas farão isso, sei de meninas que virão de outros lugares para se prostituirem aqui durante a Copa”, disse a menor de idade.
Segundo Gabriela, para superar a concorrência das garotas, ela já está fazendo aulas de inglês e espanhol.
“Comecei as aulas (de inglês e espanhol) no início deste ano. Vi algumas meninas fazendo isso no ano passado na Copa das Confederações e deu certo para elas, então decidi apostar nisso para ser um diferencial”, finalizou.
Vale ressaltar que a prostituição infatil é crime, mas que é comum, ao menos em Fortaleza e não é difícil de ser encontrada. A tendência é que durante a Copa do Mundo a prática se torne, infelizmente, ainda maior.





































































































































