Grupo A: Curiosidade! Camaroneses se deliciam com folhas amargas

Peixe, pimenta e cuscuz de milho também fazem parte da culinária desses africanos

Yeoundé é a capital da República dos Camarões, onde o francês e o inglês são línguas oficiais, além de alguns tantos dialetos tribais remanescentes de uma história não muito antiga

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São Paulo, SP, 12 (AFI) – Yeoundé é a capital da República dos Camarões, onde o francês e o inglês são línguas oficiais, além de alguns tantos dialetos tribais remanescentes de uma história não muito antiga. Assim como a Makossa, a música tradicional, com fortes raízes nas tradições folclóricas do povo camaronês.

Também vêm da tradição folclóricas os principais pratos da culinária. O peixe não poderia faltar, mas ele vem acompanhado de folhas amargas, muito tradicionais na mesa no dia adia, assim como a pimenta e o amendoim. O cuscuz de milho também é muito apreciado, muitas vezes preparado com molho de peixe.

A população já supera os 20 milhões de habitantes e a moeda é o franco.

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Após a Primeira Guerra Mundial, o território foi dividido entre a França e a Grã-Bretanha como mandatos da Liga das Nações. A Union des Populations du Cameroun (UPC) é um partido político que defendeu a independência, mas foi proibida pela França em 1950. O país travou uma guerra contra as forças militantes franceses e da UPC até 1971.

Em 1960, a parte dos Camarões administrada pelos franceses tornou-se independente como a República dos Camarões sob o presidente Ahmadou Ahidjo. A parte sul dos Camarões Britânicos fundiu-se com o Camarões francês em 1961 para formar a República Federal dos Camarões . O país foi renomeado República Unida dos Camarões em 1972 e a República dos Camarões, em 1984.