Blog do Ari: Que a Ponte não erre mais na escolha do sucessor de Dado Cavalcanti!
Treinador não teve humildade para reconhecer erros e aceitar ingerência do Departamento de Futebol
Treinador não teve humildade para reconhecer erros e aceitar ingerência do Departamento de Futebol
Caiu o treinador da Ponte Preta Dado Cavalcanti e a principal fala no clube nesta segunda-feira foi do diretor de futebol adjunto Pedro Nicolau: “Não podemos errar mais”, quando indagado sobre o substituto.
Não se contrata treinador por ouvir dizer. É preciso avaliação criteriosa no trabalho do profissional, e isso não foi feito quando trouxeram Dado Cavalcanti, ainda muito inexperiente.
Pior é que Dado não admite que precisa aprender muita coisa no futebol. Humildemente deveria aceitar ingerência até na escalação da equipe.
O jornalista Elias Aredes Júnior apurou, através de suas fontes, que Dado bancou a escalação do atacante Cafu contra o Avaí, mesmo com rejeição de integrantes do Departamento de Futebol.

Os erros de Dado vão de escalação do time a conceituações técnicas e táticas. De certo, quando os cabelos esbranquiçarem trocará a arrogância pelas evidências.
Os erros dele foram sobejamente elencados aqui e bastaria que os reconhecessem para evitar tais divergências com integrantes do Departamento de Futebol.
Ele escala a Ponte com três volantes contra a retrancada Lusa, o time perde criatividade no meio, não são trabalhadas adequadamente jogadas pelos lados do campo, e ele não quer ser cobrado?
A rigor, se os homens do futebol da Ponte estivessem bem ‘antenados’ a demissão do treinador teria ocorrido ainda no transcorrer da Copa do Mundo, tempo em que claramente o time não foi trabalhado conforme o esperado.
ZONA MORTA
Disse e reafirmo que jogador ao domina a bola desmarcado na zona morta do campo, não pode ‘penteá-la’ com meia dúzia de toques desnecessários. Isso não é exemplo de um time bem treinado.
Na zona morta, ao receber a bola sem marcação, o boleiro não precisa mais de que dois toques para fluxo vertical à jogada.
Pois contra Lusa o que se via é o boleiro da Ponte pensar no destino da jogada apenas após o receber o passe, e na zona morta.
Claro que as dificuldades para definições das jogadas são lógicas à medida que os jogadores se aproximam da área adversária, quando o bloco de marcação adversária é mais consistente.
Pra encerrar o capítulo Dado Cavalcanti, resta saber se imprudentemente os cartolas da Ponte Preta projetaram pagamento de multa com a demissão do treinador. Aí, meu caro, é jogar dinheiro fora.
Oxalá tenha ocorrido desligamento amigável, como cita o portal da casa. E que este amigável não seja sinônimo de multa, como erroneamente já ocorreu no desligamento do treinador Guto Ferreira.
ARRUMAÇÃO
Que o sucessor de Dado saiba como aproveitar melhor o lateral-direito Daniel Borges. Como ele tem força pra arrancar com a bola, por que não se trabalhar para minimizar a deficiência técnica dele nos cruzamentos? Por que não se programa triangulações ofensivas pelo setor? E que o novo treinador acabe com a farra de Daniel Borges ser o homem da bola parada da Ponte.
Na ausência de melhor opção na lateral-esquerda, não seria descartável o deslocamento do volante Juninho por ali. Ele tem velocidade para ser condutor de bola e sabe cruzar.
O novo treinador tem que diagnosticar rapidamente porque o atacante Edno perdeu força para o arranque e entender que não é normal a queda de rendimento até físico do atacante Alexandro. E, evidentemente, detecte logo que Cafu não pode ter camisa no time. Pode e deve ser preparado como opção de velocidade no banco de reservas.





































































































































