Clube potiguar classificou na Copa do Brasil, mas a bagunça impera solta em Natal-RN
O América-RN venceu o Fluminense e se classificou, mas a falta de estrutura e profissionalismo na base é muito grande
O clube tem um departamento de base que era administrado por um empresário da cidade, mas por sofrer ingerências de diretores antigos de clube (aqueles que se acham donos) saiu
Natal, RN, 14 (AFI) – O América-RN está classificado à próxima fase da Copa do Brasil, mas é um resultado mentiroso que não contrasta com a realidade do time potiguar. Apesar de fazer 5 a 2 no Fluminense em pleno Maracanã depois de ter perdido em casa, por 3 a 0, o Mecão tem sérios problemas profissionais e administrativos, principalmente na Bse que é formadora das promessas de qualquer clube organizado. A falta de campo para treinamento na base e a falta de gente capacitada não é o reflexo do milagre do Rio de Janeiro.
O clube tem um departamento de base que era administrado por um empresário da cidade que tem outras atividades fora do futebol e por estar sofrendo muito desgaste por ingerências de diretores antigos de clube (aqueles que se acham donos), preferiu se desligar ara evitar
transtornos em sua vida particular. Com ele saiu também o supervisor Fábio Giuntini, que fora contratado para reformular o departamento, porém, também sofria com as ingerências. Com isso também deixou o clube com pouco tempo de contrato em vigor.
Na base o América tem problemas como falta de campo para treinamentos, estrutura para os atletas e até dificuldade para que o serviço básico seja feita como manda o figurino. E é por isso que o resultado obtido nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro-RJ, apenas faz uma maquiagem e esconde o que realmente acontece no setor que é responsável por formar jogadores e evitar que o clube gaste para contratar. Até pelo contrário, ganhe dinheiro negociando pérolas que venham surgir como fruto de um trabalho bem feito na base.
Saiba mais de Fábio Giuntini
Fábio Giuntini atuou 16 anos como jogador profissional de futebol em seis diferentes países (Brasil, Bélgica, Argentina, Espanha, Portugal e Emirados Árabes Unidos). Neste período ele trabalhou com vários técnicos importantes do futebol internacional. Giuntini esteve ao lado de Vicente Cantattori (Rosário Central – ARG) – ex-Betis Sevilha e Valladolid, Andre Van Maldeghem (K.S.V. Waregem – BEL) – ex-Seleção Belga, Denis Van Wijk (S.V. Cercle Brugge – BEL) – ex-Ajax de Amsterdam, Ariel Jacobs (R.W.D.Molenbeek – BEL), Angelo Nijskens (K.V. Kortrijk – BEL) – ex-Ajax de Amsterdam e Jorge Manuel (F.C. Arouca – POR) – ex-Sporting Lisboa/POR (categorias de base).
No Brasil teve as companhias de Claudio Duarte (Clube do Remo/PA – BRA) – ex-Internacional/RS e Grêmio/RS, Cuca (Clube do Remo/PA – BRA) – ex-Fluminense/RJ e Cruzeiro/MG, Miluir Macedo (Potiguar/RN – BRA) – ex-Seleção de Andorra e Sporting Lisboa/POR, Flavio Araujo (Potiguar/RN – BRA) – ex-Icasa/CE, Marco Octavio (Jazeera Al Hamra – UAE) – ex-Brasiliense/DF (auxiliar) e atualmente no Irã.





































































































































