Série C: Com futuro indefinido, Guarani deve ter eleição para eleger novo presidente
Gustavo Tavares e Luiz Carreira Torres seguem como conselheiros do Guarani
A renúncia do presidente Álvaro Negrão deve trazer novos rumos ao Guarani. Com a saída do cartola, Gustavo Tavares e Luiz Carreira Torres seguem como conselheiros
Campinas, SP, 04 (AFI) – A renúncia do presidente Álvaro Negrão deve trazer novos rumos ao Guarani. Com a saída do cartola, Gustavo Tavares e Luiz Carreira Torres seguem como conselheiros do Guarani, o que lhes dá a oportunidade de compor o novo conselho de administração. Para definir esse novo conselho, que é formado por sete membros, uma nova eleição irá ocorrer no período de 60 dias. Caso Tavares e Torres decidam sair do conselho, todos os novos membros serão escolhidos na eleição. Já se decidirem continuar à frente do Guarani, apenas cinco membros serão eleitos.
De acordo com Gustavo Tavares, a renúncia de Álvaro Negrão pegou a todos de surpresa, já que uma reunião no Brinco de Ouro estava marcada para a próxima segunda-feira para definir o futuro do clube.
“Foi uma grande surpresa. A gente tinha uma reunião marcada para segunda-feira, onde iriamos conversar para continuar à frente do Guarani e ver como que seria feito com a situação financeira do clube. A gente teve reuniões anteriores, mas agora temos que pensar para ver quais serão os próximos passos”, afirmou o conselheiro, afirmando que, no momento, não há um presidente no Guarani.
“Só eu e o Luiz Carreira Torres que sobramos, então não há definição de quem é o presidente. A gente espera fazer o melhor para o clube. Por isso que temos que conversar e ver o que vai ser definido. No momento a gente briga para não cair (na Série C do Brasileiro). Vou lutar para fazer a transição da melhor maneira possível para que não tenham mais problemas”, finalizou.
Pensando no futuro do Guarani, o Doutor Palmeiron tentou amenizar a crise vivida neste momento, afirmando que o clube não irá fechar as portas. Além disso, ainda alegou que tudo que foi feito até o momento não interferiu no estatuto do clube.
“Tenho certeza que o conselho fiscal não fez nada mais do que seguir o que está determinado no estatuto do Guarani. Ele (conselho) não tem uma visão partidária, uma visão política. Cumprimos o estatuto e o conselho de administração já tinha uma prévia do que seria feito pelo conselho fiscal. O Guarani não vai acabar nunca enquanto existirem bugrinos. A marca será valorizada pelos torcedores”, comentou.
A expectativa no Guarani é que Luiz Carreira Torres e Gustavo Tavares sigam como conselheiros do clube. Caso isso não ocorra, o advogado Paulo Souza assumiria como novo membro do conselho e, posteriormente, marcaria uma nova eleição para definir o presidente do clube no período máximo de 60 dias.





































































































































