BOMBA! Áudio exclusivo revela conspiração dentro do Guarani. Ouça!
Portal Futebol Interior teve acesso exclusivo a algumas conversas de pessoas com interesse na saída do então presidente do clube, Álvaro Negrão
A guerra pelo poder do Guarani parece não ter preço e nem escrúpulos, e ainda acaba envolvendo uma empresa do porte Magnum Relógios, hoje uma das maiores do Brasil.
Campinas, SP, 09 (AFI) – A guerra pelo poder do Guarani parece não ter preço e nem escrúpulos, e ainda acaba envolvendo uma empresa do porte da Magnum Relógios, hoje uma das maiores do Brasil e com ramificações em toda a América Latina e em Hong Kong. O Portal Futebol Interior teve acesso exclusivo a algumas conversas de pessoas com interesse na saída do então presidente do clube, Álvaro Negrão, que renunciou ao cargo na última quarta-feira.
Em uma destas gravações, aparece Osvaldo Betti, conhecido como “Nenê Brito”, se dizendo representante da Magnum Relógios e do empresário Roberto Graziano. Ex-motorista do Bugrena gestão Beto Zini (1988/1999), Nenê Brito conversa com uma pessoa interessada na saída de Negrão.
Supostamente este segundo personagem seria Palmeron Mendes ou Horley Senna, que concorreram às últimas eleições no Guarani. Coincidentemente, eles conseguiram levantar junto a própria empresa Magnum recursos para os jogadores do Guarani em menos de 24 horas após a renúncia de Negrão.
Nesta conversa, Nenê Brito articula uma forma de fazer Álvaro Negrão deixar o cargo no Guarani ou, na pior das hipóteses, abrir espaço para a empresa Magnum Relógios, que nos anos 1990 chegou a ser o principal patrocinador da camisa do Guarani.
Entre outras coisas, nesta conversa, Nenê Brito diz a seu interlocutor:
“Nós temos que arrancar o Álvaro Negrão de qualquer jeito…”
“O Roberto (Roberto Graziano – dono da Magnum) queria que o Álvaro Negrão chegasse e falasse: Errei, tô errado. Coloca o Lucas (Lucas Andrino – gerente de futebol indicado pela Magnum) aqui. Daí o Roberto, no dia seguinte, ia arrumar um cheque para ele.”
Na gravação, Nenê Brito ainda faz lobby a seu favor, sugerindo que o interlocutor dissesse para o então presidente Álvaro Negrão de que a pessoa ideal para fazer os negócios do Guarani era o próprio Nenê Brito.
Mesmo envolto a uma interminável crise financeira, administrativa e política, o Guarani continua chamando a atenção de grandes investidores, como é o caso empresa Magnum Relógios, que de longo tempo tem interesse em fazer negócios imobiliários com a área do estádio Brinco de Ouro, bem como assumir todo o controle de futebol, inclusive das categorias de base.
CONDENAÇÃO JUDICIAL
O curioso é que o emissário de uma empresa do porte da Magnum Relógios seja justamente Osvaldo Betti, o Nenê Brito, que recentemente foi condenado judicialmente pela 7ª Vara de Campinas por ter se apropriado indevidamente de todo o patrimônio do ex-atacante do Guarani nos anos 1990, Ailton.
Nenê Brito era o procurador deste jogador e acabou ficou com boa parte do patrimônio de Ailton Queixada, que no final de semana ganhou um jogo de despedida no Werder Bremen, da Alemanha. O ex-bugrino de 41 anos foi ovacionado por mais de 40 mil torcedores do clube alemão, onde é ídolo.
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