Que fase! Em meio à briga política, Guarani é condenado em nova ação trabalhista
Rafael Ipuã alegou que, durante seu vínculo, o Bugre não prestou assistência médica quando precisou
Rafael Ipuã alegou que, durante seu vínculo, o Bugre não prestou assistência médica quando precisou
Campinas, SP, 11 (AFI) – O Guarani vive dias de tormenta. Em meio à renúncia de Álvaro Negrão e a disputa para saber quem assumirá a diretoria até o final do mandato do ex-presidente, o clube voltou a ser condenado pela Justiça. Desta vez numa ação trabalhista do meia Rafael Ipuã (foto abaixo), que vestiu a camisa do clube 2011.
Rafael Ipuã alegou que, durante seu vínculo, o Bugre não prestou assistência médica quando precisou. Na ocasião o Bugre já sofria com os problemas financeiros, mas em nenhuma hipótese poderia ter ‘virado as costas’ para um atleta seu. A condenação saiu apenas em última instância, no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
O clube terá que pagar ao jogador o equivalente a um ano de salário, nos termos do artigo 45 da Lei Pelé. O que gira em torno de R$ 200 mil. Valor que dificilmente será quitado pelo Guarani, que atualmente sofre para pagar sua folha de pagamento do elenco que disputa a Série C, bem como os funcionários que trabalham nas dependências do estádio Brinco de Ouro da Princesa.
“A Justiça tinha que ser feita. O jogador ficou lesionado e o clube não prestou a assistência necessária para o seu tratamento. É uma triste realidade do Guarani, mas tinha que haver Justiça”, disse o advogado do jogador, João Henrique Chiminazzo.
Agora, focado apenas em se livrar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro da Série C, o Guarani volta a campo diante do Duque de Caxias, no sábado, às 18h30, no Estádio Décio Vitta, em Americana.





































































































































