Árbitro que ajudou Ponte Preta no acesso mora em Campinas. Confira mais detalhes e entenda o caso!
Flávio Rodrigues Guerra foi mal no jogo e marcou uma penalidade inexistente contra o Bragantino
O árbitro Flávio Rodrigues Guerra prejudicou o Bragantino e ajudou a Ponte Preta, que não precisava, a vencer o Massa Bruta e conquistar sua volta à elite do Brasileirão
Campinas, SP, 09 (AFI) – A Ponte Preta conquistou o acesso à Série A do Brasileiro e está de volta a elite do futebol nacional, mas contou com uma ajuda que não precisava para voltar ao Brasileirão. O árbitro Flávio Rodrigues Guerra, que mora em Campinas e teve um irmão que defendeu a equipe Sub 20 da Macaca, foi responsável direto pelo resultado que culminou com o acesso da Veterana.
A Ponte vem fazendo uma campanha sensacional na competição e não precisava da ajuda do árbitro, apesar de, no jogo, estar sendo dominada pelo adversário até a marcação de um pênalti que não aconteceu. A falta desorientou os jogadores do Bragantino, que passaram a ser presa fácil da Macaca tamanho o nervosismo e o desanimo causado pela arbitragem.
Além disso, demorou para mostrar cartões amarelos para os jogadores da Ponte Preta, que por diversas vezes cometeram faltas iguais aos dos jogadores do Bragantino amarelados e não receberam o cartão de Flávio Guerra. O time campineiro fatalmente iria conquistar o acesso nos jogos seguintes tamanha a diferença que abriu para os demais concorrentes e não precisava do apito amigo de Guerra.
A escalação de Flávio Rodrigues Guerra tem dois culpados. Primeiro o presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, Sérgio Corrêa, e segundo o próprio árbitro Flávio Rodrigues Guerra. Corrêa tem culpa porque sabia da moradia do árbitro em Campinas e mesmo assim manteve o mesmo na arbitragem do jogo e o segundo, Flávio Guerra, porque deveria ter pedido para sair da partida para não correr o risco que correu. O árbitro errou e agora precisa pagar pelos erros cometidos, todos em favor da Ponte Preta.
Além de morar na cidade de Campinas, Flávio Guerra tem um irmão que jogou no Sub 20 da Ponte Preta e por diversas vezes esteve presente no campo da Macaca para acompanhar as partidas do irmão e conhecia praticamente toda a diretoria do time campineiro. Guerra é natural de Penápolis, mas por ser funcionário público estadual e estar locado na região, mora em Campinas.





































































































































