Dirigente da Portuguesa nega venda do Canindé para sanar dívidas
O vice de finanças do clube esclareceu que o objetivo é regulamentar a área do estádio
Na última sexta-feira, o presidente da Portuguesa, Ilídio Lico, se reuniu com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad para discutir sobre o terreno na Marginal Tietê.
São Paulo, SP, 15 (AFI) – Na última sexta-feira, o presidente da Portuguesa, Ilídio Lico, se reuniu com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad para discutir sobre o terreno na Marginal Tietê, onde se encontra o estádio do Canindé. Em princípio, a ideia era discutir uma possível venda do estádio para a Prefeitura, mas o vice-presidente de finanças da Lusa, Jorge Manuel Marques Gonçalves, negou que o clube tenha interesse na venda.
Em entrevista a TV Esporte Interativo, o dirigente afirmou que a intenção da Portuguesa ao se encontrar com o prefeito foi de regularizar os seus imóveis. Segundo Gonçalves, uma parte do terreno onde se localiza o Canindé não pertence ao clube e isto precisa ser esclarecido.
“É um objetivo da gestão da Portuguesa verificar o que realmente é patrimônio do clube. Do terreno do Canindé, tem uma parte que é dela e outra divisa que é da Prefeitura, então fomos checar isso”, explicou o dirigente.
Gonçalves afirmou que em nenhum momento passou pelas discussões da atual diretoria a venda do Canindé. Segundo ele, todo o patrimônio do clube merece ser valorizado e não cedido. Ele acredita que a Lusa conseguirá se reerguer sem atitudes drásticas.





































































































































