Em crise, Portuguesa faz "vaquinha" para pagar inscrições e pode tercerizar futebol

Presidente da Lusa, Ilídio Lico, pediu doações para diretores e conselheiros

Presidente da Lusa, Ilídio Lico, pediu doações para diretores e conselheiros

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São Paulo, SP, 09 (AFI) – A cada dia que passa a apreensão dos torcedores da Portuguesa fica ainda maior. Há menos de um mês antes da estreia do Campeonato Paulista, a Lusa ainda não anunciou nenhum reforço por conta da profunda crise financeira vivida. A diretoria do time paulistano sequer tem dinheiro para pagar a inscrição dos atletas para a disputa do Paulistão.

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O presidente da Lusa, Ilídio Lico, tem pedido doações a conselheiros e direitores para juntar os R$ 22 mil necessários para inscrever os jogadores. Nada menos que 11 caras novas já treinam no elenco, sob o comando do técnico Ailton Silva. Eles só serão apresentados oficialmente quando houve a regularização

A esperança para o alívio nos cofres está na terceirização do departamento de futebol tanto o profissional quanto as categorias de base. Um grupo de investidores devem desembolsar R$ 500 mil nos cofres da Lusa para administrar o departamento amador.

Entre os profissionais, Lico negocia uma parceria para administração. Entre os diretores é certo que existe uma negociação a qual a Portuguesa “arrenderia” o futebol por cinco milhões. No ano passado, o Audax tentou se juntar com a Lusa para a disputa da Série B, mas o acordo não evoluiu. Com isso, o clube-empresa se juntou com o Guaratinguetá.

O time estreia na competição contra a Ponte Preta, no dia 1º de fevereiro, em Campinas.