A 11 dias do início do Paulistão, sete clubes estão com seus estádios interditados
Capivariano, Portuguesa, Mogi Mirim, Botafogo, Linense, Ituano, Bragantino ainda não tiveram suas respectivas "casas" liberadas para o torneio
Capivariano, Portuguesa, Mogi Mirim, Botafogo, Linense, Ituano, Bragantino ainda não tiveram suas respectivas "casas" liberadas para o torneio
Campinas, SP, 20 (AFI) – A contagem regressiva está ligada. Faltam apenas onze dias para o início do Campeonato Paulista. Um problema, porém, vem causando dor de cabeça nos clubes participantes. Das 20 equipes, sete estão com seus respectivos estádios interditados. São eles: Capivariano, Portuguesa, Mogi Mirim, Botafogo, Linense, Bragantino e Ituano, este é o atual campeão do torneio.
Dos sete clubes com estádios interditados, apenas dois estreiam na competição em seus domínios. A situação do Bragantino é mais tranquila. O Nabi Abi Chedid está com uma restrição no laudo de engenharia, mas deverá resolver o problema nesta semana, data que marcou uma vistoria da Polícia Militar. A PM não deve encontrar dificuldade e a tendência é que libere o campo.
O caso do Capivariano é mais complicado. O Leão da Sorocaba está com o laudo de segurança reprovado e ainda precisa resolver detalhes para conseguir também o laudo de engenharia. O Estádio Carlos Colnaghi está passando por uma reforma, após o acesso da equipe à Série A1 do Paulista, tal manobra que fez com que fosse chamado de Arena Capivari.
O estádio teve sua capacidade aumentada para 15 mil torcedores. Dois lances de arquibancadas foram construídas. Portões de acesso, gramado, camarotes, cabines de transmissão e bilheterias foram melhoradas. A expectativa é finalizar parte das obras um dia antes da estreia diante do Red Bull. Uma vistoria deve acontecer na Arena nos próximos dias, mas a própria diretoria já avisou que fará obras até o final da temporada, já que a ideia é receber grandes eventos no decorrer dos anos. A ansiedade para a disputa do Paulistão é grande, principalmente após a conquista da Série A2 da temporada passada.
MAIS TEMPO!
Os cinco times restantes têm um tempo maior para regularizar seus estádios, pois estreiam em casa apenas na segunda rodada. Conforme os laudos divulgados pela Federação Paulista de Futebol (FPF), os casos mais agravantes são do Mogi Mirim e da Portuguesa. O Romildão foi reprovado no laudo de prevenção e combate de incêndio e recebeu três “aprovado com restrição”, nos quesitos de condições sanitárias e higiene, segurança e vistoria de engenharia. Vale lembrar, que o estádio sofreu com os temporais na região de Campinas no ano passado e teve uma de suas torres de iluminação destruída.
A Portuguesa também terá que correr contra o tempo para conseguir a liberação do Canindé. A Lusa está instalada em crise e isso vem refletindo diretamente em todos os setores do clube. O laudo de segurança do estádio está reprovado, fora que a agremiação precisa acertar algumas pendências na engenharia e nas condições sanitárias.
Passando por adequação de acessibilidade, o Estádio Novelli Júnior é outro que ainda não foi liberado para o Paulistão. O atual campeão Paulista, porém, não deve ter problemas para se regularizar conforme as normas estabelecidas. A única precaução é na “vistoria de engenharia”, que está com restrições.
O Estádio do Santa Cruz também está com situação parecida. A diretoria do Botafogo aguarda a vistoria da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para liberar o campo, que está com restrições em todos os setores, apenas as condições sanitárias foram 100% aprovadas.
Por fim, o último estádio interditado é do Linense. O Estádio Gilberto Siqueira Lopes foi reprovado no laudo de segurança e ainda precisa do “ok” na parte de engenharia para ser liberado. A diretoria acredita que pode resolver as pendências antes do início do Paulistão. A equipe, porém, tem um tempo ainda maior. Como o jogo do Corinthians, que seria a primeira no estádio, teve a data alterada, a estreia acontecerá somente no dia 18 de fevereiro contra a Ponte Preta, o que alivia, em partes, a pressa da agremiação na liberação dos laudos.





































































































































