Em falta no mercado, camisas 10 e 9 viram problemas para Guarani e Ponte Preta
Macaca quer um centroavante de peso, enquanto o Bugre luta para encontrar meias
Há um consenso que a escassez de camisas 10 e 9 de qualidade é um dos principais problemas do futebol brasileiro. E os rivais Guarani e Ponte Preta são vítimas deste problema.
Campinas, SP, 21 (AFI) – Há um consenso na imprensa e entre os torcedores que a escassez de camisas 10 e 9 de qualidade é um dos principais problemas do futebol brasileiro. E os rivais Guarani e Ponte Preta também são vítimas desta deficiência no Brasil. Tanto que os dois procuram jogadores justamente destas duas posições para fechar o elenco; a Macaca quer um centroavante de peso, enquanto o Bugre luta para encontrar meias.
Pelos lados do Estádio Moisés Lucarelli, a chegada de um atacante titular já está virando uma novela. Hoje, o técnico Guto Ferreira conta apenas com Fábio Santos como homem de referência. E o jogador, por conta das últimas temporadas apagadas, não inspira confiança na torcida.
Até o momento, inúmeros nomes já foram especulados. A bola da vez, agora, é o do veterano Borges, que disputou as últimas temporadas pelo Cruzeiro. A diretoria alvinegra, contudo, nega. Anselmo Ramón (Cruzeiro), Léo Gamalho (Santa Cruz), Gilberto (ex-Internacional), Jael (ex-Joinville), Leonardo (ex-Sport) e Wellington Paulista (ex-Internacional) são apenas alguns de tanto exemplos já ventilados no Majestoso.
O fato é que Guto Ferreira tem o ataque, mais precisamente a camisa 9, como o setor mais carente no elenco pontepretano. Muito por conta das saídas de Alexandro e Rafael Costa, que acertaram com Emirates Club (Emirados Árabes) e Joinville, respectivamente. Situação que só foi agravada com a ida do velocista Cafu ao São Paulo.
Apesar da proximidade da estreia do Paulistão, onde encara a Portuguesa, no dia 1º de fevereiro, em Campinas, a Ponte está cautelosa. Há quem diga que o clube pretende gastar um pouco mais na escolha do novo centroavante e, por isso, está estudando mais o mercado.
CAMISA 10
No Guarani, o ataque não é problema. Porém, o setor de criação está defasado e o técnico Marcelo Veiga sabe disso. O treinador conta com apenas dois jogadores para a meia: o veterano Fumagalli, de 37 anos, e o jovem João Vittor, de apenas 18. Fato que obriga o clube a buscar, pelo menos, dois nomes para a função.
O agravante foi a saída inesperada de João Gabriel, que estava no Botafogo e era considerado uma das principais contratações do Bugre. A diretoria alviverde desistiu do negócio, porque o jogador vive um imbróglio jurídico com o União São João, com quem não consegue romper o vínculo.
Nem mesmo Fumagalli está garantido, já que há especulações de que ele teria uma oferta do Fort Lauderdale Strikers, dos Estados Unidos, clube de propriedade de Ronaldo Fenômeno. Mesmo se ficar, o veterano, que é titular absoluto, terá dificuldades para suportar a maratona de jogos do Paulista da Série A2.
Por enquanto, os dirigentes bugrinos sequer especulam nomes que possam chegar ao clube. Sem opções imediatas, Marcelo Veiga tem testado o jovem lateral-direito Watson como alternativa no setor. A prioridade, entretanto, é a chegada de nomes para a meia antes da estreia na Série A2, quando o time recebe o Monte Azul, em Campinas.





































































































































