Paulistão: Guto Ferreira não liga para acusação do Palmeiras de catimba da Ponte Preta e diz que choro é livre
Os jogadores do Palmeiras e parte da Imprensa da capital quis desvalorizar a vitória da Ponte Preta na Arena Palestra, por 1 a 0, pela “catimba” da Macaca
Mesmo porque Guto Ferreira acha "que a Ponte Preta marcou bem, criou várias chances e teve competência para marcar um gol, que nos deu a vitória e a reabilitação".
São Paulo, SP, 5 (AFI) – Os jogadores do Palmeiras e parte da Imprensa da capital quis desvalorizar a vitória da Ponte Preta na Arena Palestra, por 1 a 0, pela “catimba” da Macaca. Mas o técnico Guto Ferreira, não se irritou quando ouvir esta queixa. Mesmo porque ele acha “que a Ponte Preta marcou bem, criou várias chances e teve competência para marcar um gol, que nos deu a vitória e a reabilitação”.
“O choro é livre. Ano passado, “n” partidas e os árbitros permitiram. Acho que em relação a muito que a gente sofre por ai, a gente que a gente caiu quando algum jogador precisava de atendimento”.
E sobre a escalação de três atacantes, não foi uma surpresa para o Palmeiras?
“O time foi compacto para marcar e teve velocidade na hora de jogar, que foi nossa proposta”.
Guto Ferreira quebrou a série invicta do Palmeiras em casa, como fez contra o Corinthians, ano passado no Paulistão. Qual o segredo?
“Um pouquinho de sorte e acho que é respeitar ao adversário, mas não temer. Montar uma estratégia e, mais do que iss, são os jogadores. Eles compram a ideia e desempenham no campo”.
Sobre o goleiro Matheus, qual sua opinião?
“Promissor, que ano passado fez pelo Bragantino uma campanha com qualidade. Tudo isso se deve ao desempenho dele e do trabalho do André Dias (treinador de goleiros), treinador de goleiros. Acho que a Ponte está bem servida de goleiros, com quatro: além do Matheus, com o Reynaldo, o João e o Marcelo Lomba”.
E o técnico não escondeu a satisfação pela vitória reabilitadora fora de casa.
“Contentamento bastante grande nos vestiários. A tristeza do resultado da derrota da Portuguesa (3 a 2), se inverteu. E nossa equipe se superou, porque tivemos um dia a menos de recuperação e agora teremos menos tempo para enfrentar o Botafogo, no domingo. É um problema de logística, mas vamos ter que ver quais peças poderão estar em campo”, finalizou o treinador.





































































































































