Paulistão: Toninho Cecílio reencontra o Palmeiras, mas garante que o que importa agora é o XV de Piracicaba
XV joga motivado pela sequência de três jogos sem derrota na competição e pelo fato de ter reassumido a segunda colocação do Grupo D
Toninho Cecílio iniciou sua carreira como jogador ainda nos juvenis do Palmeiras, subiu para os profissionais em 1987 e logo foi nomeado capitão da equipe.
Piracicaba, SP, 15 – Neste domingo, 15, o XV de Piracicaba volta a atuar pelo Campeonato Paulista. Motivado pela sequência de três jogos sem derrota na competição e pelo fato de ter reassumido a segunda colocação do Grupo D, o Alvinegro enfrenta pela primeira vez o Palmeiras no Allianz Parque em uma partida especial para um dos integrantes da equipe, justamente o comandante, Toninho Cecílio.
Não é apenas o fato de estar à frente do time neste jogo importante para as pretensões do clube dentro da competição que traz um sabor diferente para o técnico. Com 267 jogos, sendo 125 vitórias, 80 empates e 62 derrotas, segundo o “Almanaque do Palmeiras”, de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti, Toninho Cecílio iniciou sua carreira como jogador ainda nos juvenis do Palmeiras, subiu para os profissionais em 1987 e logo foi nomeado capitão da equipe. Foi titular até 1992 e marcou 12 gols, a maioria de cabeça.
BOAS LEMBRANÇAS
Com tanta história defendendo as cores do próximo adversário do XV, Cecílio não esconde o carinho que possui pelo Alviverde.
“O Palmeiras não é só um clube na minha vida. De todos os que passei ele é diferente, porque me recebeu em um momento em que saio da convivência diária com a minha família e me ensina não só a ser jogador profissional, mas me ensina também caráter e valores importantes que eu carrego até hoje comigo. Além disso, ajudou a me formar na faculdade financiando as mensalidades, ou seja, colaborou com a minha formação como homem e cidadão”, lembrou.
Como gerente de futebol, Cecílio voltou para o Palmeiras em 2007 e permaneceu no cargo até o início de 2010. A inspiração veio de profissionais com quem trabalhou ainda como jogador. “Eu convivi com grandes dirigentes lá, honestos e de grande caráter, pessoas que ajudaram a construir aquele clube e me ensinaram bastante coisa. Enfim, é uma importância muito grande que atribuo ao Palmeiras porque é um clube que me abriu as portas, confiou em mim, fui capitão e fiquei 10 anos lá. Depois voltei como dirigente, quer dizer, é um cargo de confiança muito importante. É uma história longa de honestidade recíproca, que é o mais importante para mim, e de grandes ensinamentos que obtive desse clube”, disse.
AGORA É A VEZ DO XV
Mas apesar de todo o sentimento que nutre pelo Palmeiras, Cecílio deixa claro que agora defende o Alvinegro Piracicabano e só pensa em alcançar os objetivos traçados.
“Vou em busca do que estou precisando hoje no XV, que é a vitória contra um grande fora de casa, o que traz muito mais do que os três pontos, traz várias outras coisas, como confiança, consolidação e principalmente faz com que ganhemos posições na tabela de classificação. Isso está acima de todas as coisas para mim, ficar feliz caso o resultado positivo aconteça, pelos jogadores que aqui estão e pelo próprio XV, independente do adversário”, afirmou.





































































































































