Primeira Seleção Futebol Interior do Brasileirão escalada com três atacantes artilheiros
Conheça quem são os primeiros craques que se destacaram no Brasileirão em cada posição
Os ansiosos amantes do futebol finalmente puderam conferir a principal competição do Brasil neste final de semana.
Campinas, SP, 10 (AFI) – Os ansiosos amantes do futebol finalmente puderam conferir a principal competição do Brasil neste final de semana. Com direito a jogos de manhã, tarde e noite, a primeira rodada do Brasileirão mostrou times pequenos surpreendendo e um cansaço fora do comum nos grandes. Os paulistas foram bem, já os cariocas, nem tanto.

A liderança terminou com o surpreendente Sport, do técnico Eduardo Baptista. O Leão mostrou a força da Ilha do retiro e goleou o Figueirense por 4 a 1. Na sequência, aparece o Atlético-PR, que também goleou – 3 a 0 sobre o Internacional.
Se o Inter decepcionou, o rival Grêmio também não foi bem. Ficou na frente da Ponte Preta durante toda a partida, mas acabou levando um gol de empate, na sua arena, aos 49 minutos do segundo tempo.
Com jogos decididos no final e muita emoção, a Seleção Futebol Interior do Brasileirão chega recheada de artilheiros e jogadores experientes. Nomes de veteranos, como os meias Diego Souza e Marquinhos estão mesclados com promessas, como o zagueiro Matheus Ferraz e o atacante Yuri Mamute.
Confira a primeira Seleção FI do Brasileirão 2015:
Oliveira (Joinville)
Patric (Atlético-MG), Matheus Ferraz (Sport), Edu Dracena (Corinthians) e Gilson (Ponte Preta);
Renato Cajá (Ponte Preta), Diego Souza (Sport) e Marquinhos (Avaí);
Walter (Atlético-PR), Yuri Mamute (Grêmio) e Roger (Chapecoense).
Técnico: Eduardo Baptista (Sport)

Goleiro: Oliveira (Joinville)
O Joinville jogou quase toda a partida contra o Fluminense, no Maracanã, com um jogador a menos. Não fosse a excelente atuação do goleiro Oliveira, dificilmente o JEC sairia de campo sem levar uma goleada. Ele fez quatro defesa difíceis e não teve culpa na única vez que a bola balançou as suas redes.
Lateral-direito: Patric (Atlético-MG)
Patric esteve na abertura da Arena Palestra, vestindo a camisa do Sport, e calou os torcedores do Palmeiras ao marcar um dos gols da vitória por 2 a 0. Neste sábado, voltou novamente ao estádio. Desta vez, atuando pelo Atlético-MG e teve outra atuação decisiva. O jogador aproveitou as subidas de Zé Roberto, jogou nas costas do veterano, foi uma das principais armas do Galo e abriu o marcador. O clube mineiro, porém, foi castigado no fim. Rafael Marques fez aos 49 minutos o gol de empate do Verdão por 2 a 2.
Zagueiro: Matheus Ferraz (Sport)
Primeira contratação do Sport para a disputa do Brasileirão, o zagueiro já começou com o pé direito. Marcou o primeiro gol de seu time na competição e ainda teve uma atuação sólida, sem deixar que as bolas áreas chegassem até os atacantes do Figueirense.
Zagueiro: Edu Dracena (Corinthians)
Se não tem mais a mesma capacidade física e técnica, Edu Dracena joga com a experiência. Foi assim neste domingo, contra o Cruzeiro, na Arena Pantanal. Usou de toda malandragem para manter o centroavante Henrique Dourado fora da área e, devido a isso, o Timão não correu riscos de perder o jogo.
Lateral-esquerdo: Gilson (Ponte Preta)
Se Rodinei fez uma excelente partida pela direita, Gilson também não decepcionou os torcedores da Ponte Preta na lateral-esquerda. Contratado recentemente junto ao Cruzeiro, o camisa 6 vai provando ser capaz de ser titular do time de Campinas no Brasileirão. Já tem a confiança do técnico Guto Ferreira.
Meia: Renato Cajá (Ponte Preta)
Com muita força, velocidade e, principalmente, talento ele comandou a recuperação da Ponte Preta dentro da Arena do Olímpico, em Porto Alegre. Tirou o time de uma placar adverso de 2 a 0 para empatar em três minutos. Para isso, marcou um golaço de fora da área, num chute de curva e que morreu no ângulo de Marcelo Grohe. Depois empurrou a Macaca para cima do Grêmio, inseguro após o pentacampeonato do Internacional, e soltou uma bomba que Marcelo Grohe rebateu para que o estreante Diego Oliveira, ex-Linense, marcasse o empate aos 49 minutos. Ele já atuou pelo Tricolor Gaúcho, mas não teve muitas oportunidades.
Meia: Diego Souza (Sport)
O melhor jogador da rodada. Participou de todos os gols do Sport, sendo que em duas oportunidades, foi ele quem balançou as redes. O seu primeiro gol, de pênalti, foi uma pintura, cobrando com a cavadinha que se imortalizou com Loco Abreu no Botafogo.

Meia: Marquinhos (Avaí)
Marquinhos salvou o Avaí de estrear com derrota no Brasileirão. O Santos vencia o jogo, quando o meia fez um golaço de falta, deixando tudo igual. Além do gol, o meia participou das melhores chances de ataque do Leão, foi o principal homem de marcação e o destaque do time.
Atacante: Walter (Atlético-PR)
Walter saiu do Fluminense sem muita expectativa, mas tem reencontrado seu bom futebol pelo Atlético-PR. Na goleada por 3 a 0 diante do Internacional, o “gordinho” participou dos três gols.Sofreu o pênalti, que Felipe converteu, lançou a bola, empurrada contra as redes por Paulão e deixou sua marca, com uma pintura. Foi o grande nome do Furacão na rodada.
Atacante: Yuri Mamute (Grêmio)
Longe de ser o centroavante dos sonhos de Felipão, Yuri Mamute ao menos vai correspondendo com a camisa do Grêmio. Começou o Brasileirão como artilheiro, marcando dois gols contra a Ponte Preta e mostrando não sentir o forte sol da partida que começou às 11 horas da manhã.
Atacante: Roger (Chapecoense)
Contratado para ser o “homem-gol” da Chape no Brasileirão, o ex-centroavante de Ponte Preta, Guarani, São Paulo e Palmeiras vem correspondendo. Na estreia, contra o Coritiba, fez o gol da vitória de seu time, o 11º na temporada.

Técnico: Eduardo Baptista (Sport)
Filho de Nelsinho Baptista, Eduardo se mostra com o tempo um técnico mais do que promissor. O Sport vinha de um grande baque, após ter sido eliminado nas semifinais da Copa do Nordeste e do Campeonato pernambucano. Durante a semana, o treinador se reuniu com a diretoria e ouviu tudo o que dele se esperava e a prova de suas capacidades veio no domingo, com a goleada do Leão por 4 a 1 em cima do Figueirense. Ele não faz planos, diz que pensa “jogo a jogo”.






































































































































