“Queridinho da Magnum”, Lucas Andino, leva aperto de conselheiros no Guarani
Lucas Andrino Chirico, teve que se explicar aos conselheiros do clube e mostrou que, se para montar time não tem capacidade, para mentir é mestre.
Lucas Andrino teve a ousadia de dizer que “fez um trabalho de regular para bom” e que conseguiu fazer o Guarani ganhar dinheiro com a venda dos jogadores Rauni e Bruno Pacheco.
Campinas, SP, 18 (AFI) – Considerado por muitos como o responsável principal pelo fracasso do Guarani no Campeonato Paulista da A2, o executivo de futebol, Lucas Andrino Chirico, teve que se explicar aos conselheiros do clube e mostrou que, se para montar time não tem capacidade, para mentir é mestre. A reunião dos responsáveis pelo futebol do Guarani é obrigação estatutária e foi realizada nesta segunda-feira na sede social do Guarani.
Com salários pagos pelo Grupo Magnum, Lucas Andrino teve a ousadia de dizer que “fez um trabalho de regular para bom” e que conseguiu fazer o Guarani ganhar dinheiro com a venda dos jogadores Rauni e Bruno Pacheco. Como vender passe de jogador fosse mais importante que o acesso.
“Graças às vendas de Rauni e do Bruno Pacheco, que eu trouxe sem nenhum custo, que o Guarani conseguiu dinheiro e pagar duas folhas de pagamento”, disse aos conselheiros, sem dar detalhes das vendas destes dois jogadores.
Depois, pressionado, Andrino mostrou despreparo e falta de caráter, não assumindo seus erros e jogando toda a responsabilidade ao presidente Horley Senna e aos membros do Conselho de Administração. Lucas Andrino também fez críticas ao departamento amador e teve a ousadia de dizer que foi ele quem descobriu os jogadores Guilherme e Wadson.
Colocado pelo empresário Roberto Graziano para “cuidar” do futebol do Guarani, Lucas Andrino foi um fracasso total, tendo montado um time velho, com jogadores limitados e, mesmo com a maior folha de pagamento de todo o Campeonato Paulista da A2, fez com que o time terminasse apenas em oitavo lugar.
Quase a totalidade dos presentes à reunião desta segunda-feira quer a saída de Lucas Andrino mas, com medo de represarias da Magnum, o presidente Horley Senna prefere contemporizar, mantendo o funcionário de Roberto Graziano como superintendente de futebol.
Lucas Andrino não tem bom ambiente com jogadores, dirigentes, torcedores e tem sido muito criticado pela imprensa de Campinas que o responsabiliza pela montagem errada do time no Campeonato Paulista da A2, quando contratou jogadores velhos e sem qualquer critério.
“Custo Lucas Andrino” representa
prejuízo de mais de R$ 10 milhões
O prejuízo causado por Lucas Andrino pode passar de R$ 10 milhões já que o acesso do Guarani para a elite do Campeonato Paulista de 2.016, além da cota mínima de R$ 5 milhões, abriria várias possibilidades comerciais ao clube campineiro. Agora, disputando a Série A2 pelo terceiro ano consecutivo, a cota do Guarani será de R$ 180 mil.
Até dois anos atrás Lucas Andrino era advogado militante na Região de Presidente Prudente, sem nenhuma experiência ou ligacão no futebol, passou a atuar com o empresário Roberto Graziano, dono do Grupo Magnum e que, inicialmente, prometeu investir no Guarani, mas com interesses escusos após arrematar todo o patrimônio do clube por meros R$ 44 milhões. Este leilão foi cancelado e Graziano passou a não honrar os compromissos que havia assumido, deixando o futebol do Guarani em dificuldades.
Existe até mesmo a dúvida das intenções de Graziano no futebol do Guarani já que para o Grupo Magnum é mais interessante o Guarani sem receita, que com receita. Sem receita, o Guarani fica refém dos aportes que o empresário faz e com receita o clube passa a ter vida própria. A exigência da manutenção de alguém desqualificado como Lucas Andrino é uma sinalização que os interesses de Graziano seja que o Guarani tenha um time fraco e que não conquiste seus objetivos.
O Grupo Magnum já fez algo parecido com o Palmas-TO. Em 2.013, Roberto Graziano, que tem um shopping na capital de Tocantins, prometeu ajudar o clube, colocando justamente Andrino na mesma função que ele tem hoje no Guarani. Antes do início do Campeonato Tocantinense de 2.013, Lucas Andrino esteve na capital tocantinense, anunciou a contratação do ex-atacante Rodrigão em coletiva para a empresa local e, no final, não chegou dinheiro algum do Grupo Magnum ao Palmas e Andrino teve que deixar Palmas desacreditado.





































































































































