Série C: Escolha pelo Pacaembu trouxe o maior prejuízo do ano à Portuguesa
Lusa teve um prejuízo superior a R$ 63 mil com o mando no Pacaembu cuntra o Brasil-RS
Ainda sem poder contar com o estádio do Canindé, interditado pelo Corpo de Bombeiros, a Portuguesa enfrentou o Brasil-RS, no último sábado
São Paulo, SP, 27 (AFI) – Ainda sem poder contar com o estádio do Canindé, interditado pelo Corpo de Bombeiros, a Portuguesa enfrentou o Brasil-RS, no último sábado, no Pacaembu, em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. A escolha, porém, não foi nada sadia para os cofres do clube. Com apenas 1.712 pagantes, o prejuízo foi superior a R$ 63 mil, o maior no ano.
Durante todo o Paulistão, a Portuguesa ficou com o Canindé interditado pro diversos motivos: falta de segurança, gramado inadequado e atraso na entrega dos laudos à Federação. O clube então optou por atuar na Arena Barueri e no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista e também teve prejuízo, mas em sua maioria na casa dos R$ 10 mil.
Para piorar, um Promotor de Justiça congelou a renda de R$ 14 mil da última partida por dívidas trabalhistas. Ou seja, além do prejuízo que envolve aluguel do estádio, arbitragem, fiscais, ambulância, ingressos, bilheteiros e taxa de 5% paga à federação paulista de Futebol, a Lusa ainda ficou sem a renda da partida.
Diante da tragédia, a direção já estuda uma solução de mando de campo para a próxima partida em casa, contra o Tupi, no dia 27 de junho, pela quinta rodada. Com exatamente um mês até lá, a expectativa é que o Canindé já esteja liberado. Caso contrário, a tendência é que a Lusa leve o jogo para Barueri.
Com o empate no último sábado, por 1 a 1, a Portuguesa soma apenas um ponto em dois jogos na Série C e ocupa a sétima posição do Grupo B. O próximo compromisso será contra o Madureira, neste sábado, ás 15 horas, no Rio de Janeiro.





































































































































