Horley Senna diz que Guarani vai apresentar novo técnico terça-feira e não sabe sobre "saída" de Lucas Andrino
“Ele será apresentado nesta terça-feira meio dia e meio”, garantiu o presidente, se esquivando de divulgar o nome do contratado, entre Paulo Roberto Santos e Estevam Soares
Horley não confirmou a propalada saída de Lucas Andrino, xingado pela torcida domingo após o empate com o Tupi, por 1 a 1, pela terceira rodada da Série C.
Campinas, SP, 1 (AFI) – O presidente do Guarani, Horley Senna, continua na sua luta de titãs para acertar o clube. Depois de demitir o técnico Ademir Fonseca, o dirigente correu atrás de um novo comandante e, por volta das 22h30, tinha acabado de definir o nome. E não confirmou a propalada saída de Lucas Andrino, xingado pela torcida domingo após o empate com o Tupi, por 1 a 1, pela terceira rodada da Série C.
“Ele será apresentado nesta terça-feira meio dia e meio”, garantiu o presidente, se esquivando de divulgar o nome do contratado para substituir a Fonseca. Mas não deve fugir dos mais cotados: Paulo Roberto Santos, ex-São Bento de Sorocaba, ou Estevam Soares, com várias passagens pelo Brinco de Ouro.
“São dois excelentes nomes, mas me reservo no direito de não fazer a divulgação apenas para um órgão de imprensa. Acho mais ético”, completou Senna, que não quis se alongar sobre a possível saída de Lucas Andrino, que tem sido apontado como um dos entraves para o deslanche do Guarani dentro de campo, além de angariar muitos inimigos dentro do clube.
“O que sei é que o Andrino viajou para São Paulo. Se ele vai sair eu não sei, mesmo porque acho que ele me comunicaria antes, afinal sou o presidente do clube”, concluiu Horley Senna.
REUNIÃO EM SÃO PAULO
Enquanto Horley fazia o seu papel de “esconder o jogo” para evitar maiores problemas dentro do clube, que vive uma crise jamais vista na parte administrativa e financeira, as especulações davam conta de outra história.
Horley Senna teria se reunido à noite, em São Paulo, com Roberto Graziano, proprietário do grupo Magnum, para achar uma forma de liberar Lucas Andrino do cargo de supervisor geral do clube, tendo em vista o alto grau de rejeição que ele tem provocado entre dirigentes e torcedores.
Lucas Andrino seria o “braço de confiança” de Graziano dentro do Guarani, como já foi no Palmas de Tocantins e também no Primavera, de Indaiatuba. Em ambos os lugares foi mal sucedido. A sua fama se arrasta por todos os cantos, ao ponto do clube ter dificuldades e resistência para definir um treinador com a sua presença no Brinco.
Já apelidado por alguns dirigentes como “o queridinho da Magnum”, Lucas Andrino continua no cargo. Resta saber até quando ele vai suportar o desgaste gerado por sua própria falta de competência para a gestão do futebol do Bugre.





































































































































