Copa do Brasil: Guto Ferreira defende o (herói a vilão) Keno, Fernando Bob e elogia Borges da Ponte Preta
A perda de penalidades máximas também decepcionou a torcida, mas o técnico Guto Ferreira, como “um grande pai” defendeu seus jogadores.
De herói a vilão, o atacante Keno viveu uma noite intensa no Majestoso, quando foi o personagem do jogo que decidiu a eliminação da Ponte Preta na Copa do Brasil.
Campinas, SP, 23 (AFI) – De herói a vilão, o atacante Keno viveu uma noite intensa no Majestoso, nesta quarta-feira, quando foi o personagem do jogo que decidiu a eliminação da Ponte Preta na Copa do Brasil. Ele entrou no intervalo, fez um gol, deu passe para outro e acabou expulso. A perda de penalidades máximas também decepcionou a torcida, mas o técnico Guto Ferreira, como “um grande pai” defendeu seus jogadores.
“O Keno vinha numa tensão muito grande, porque tinha entrado antes e não tinha correspondido. Desta vez ele entrou a mil por hora, fez um gol e se empolgou ao jogar a camisa para cima. É até compreensível, mas ele recebeu o cartão amarelo. Depois ele sofreu uma falta e reclamou também do lateral a nosso favor, mas de forma acintosa e foi expulso. Ele errou, mas precisamos recuperá-lo emocionalmente porque já provou que pode ser muito útil à equipe”, disse, de forma longa, Ferreira sobre seu novo atacante.
Sobre a perda das penalidades máximas, Guto Ferreira ratificou que as penalidades dependem muito do emocional e também um pouco de sorte. Ele garante que treino não faltou.
“Nós escolhemos os jogadores que tiveram melhor aproveitamento nos treinos. O curioso é que o Bob (Fernando) acertou todas e perdeu o primeiro pênalti. O Josimar não foi tão eficiente nos treinos e marcou. Enfim, são várias circunstâncias que levam à perda de uma disputa nos pênaltis. Não podemos culpar ninguém”, comentou.
EXPULSÃO E ELOGIOS A BORGES
Guto reconheceu que o Coritiba, no segundo tempo, foi melhor no final e teve mais posse de bola, principalmente após a expulsão de Keno. Mas gostou da apresentação do time e acha que o momento é de dar moral ao grupo.
“Voltamos a vencer o jogo, por 2 a 1 e nossa conquista acabou apagada em seu brilho pela perda das vagas nos pênaltis. Mas é preciso lembrar que ganhamos, fomos melhores e poderíamos ter avançado”, lembrou Ferreira, citando que o time não vencia há cinco jogos no Campeonato Brasileiro.
Por fim, rasgou elogios a Borges, que recebeu aplausos ao ser substituído no final por Leandrinho.
“Ele vem trabalhando bem, correu desde o início e foi importante taticamente. É isso que todos querem ver. Não tem nada de dizer que o Guto não gosta deste ou daquele. Só quero o melhor para meu time. E o Borges mostrou que está disposto a ajudar. Estou muito satisfeito e ele está de parabéns!”, concluiu.
A Ponte Preta, agora, volta a jogador domingo contra o Internacional, pela 15.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Este jogo até poderia ser adiado e transferido para outra data caso o Colorado chegasse às finais da Copa Libertadores da América. Mas acabou eliminado nesta noite, no México, ao perder para o Tigres por 3 a 1. Tinha vencido no Beira Rio por 2 a 1. O Tigres vai decidir o título com o River Plate, da Argentina, que eliminou o Guarani do Paraguai.





































































































































