Série C: CBF faz manobra suja, confirma jogo do Guará em Curitiba e prejudica os clubes do Grupo B
A entidade também deve mudar os locais das partidas diante de Londrina e Madureira. Prejudica os outros clubes, como Guarani e Portuguesa.
No fim da tarde desta quarta-feira, a CBF confirmou o jogo contra o Brasil de Pelotas para o Ecoestádio Janguito Malucelli
Guaratinguetá, SP, 05 (AFI) – Simplesmente uma medida ridícula, absurda, sem nexo e que vai prejudicar todos os clubes que compõe o Grupo B do Campeonato Brasileiro da Série C. O duelo contra o Tupi no próximo domingo deve ser o último do Guaratinguetá no Estádio Rodrigues Leite nesta Série C do Campeonato Brasileiro. No fim da tarde desta quarta-feira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou o jogo contra o Brasil de Pelotas para o Ecoestádio Janguito Malucelli, em Curitiba. A tendência é que as últimas duas partidas da Águia do Vale como mandante também sejam alteradas.O correto seria eliminar o desorganizado e desmoralizado Guaratinguetá da competição.
A ideia de jogar em Curitiba surgiu depois do Guaratinguetá fechar uma parceria com o Atlético-PR, que cedeu jogadores e comissão técnica do Sub-23 para defenderem o time paulista na reta final da Série C. O pedido foi feito para melhorar a logística, já que os jogadores treinam na capital paranaense. A estreia do “novo” Guará aconteceu no último domingo e foi com derrota, para o Guarani, por 1 a 0, em Campinas.
CBF PREJUDICA CLUBES PAULISTAS
No fim da tarde desta quarta, a CBF, através de seu site oficial, confirmou o jogo contra o Brasil de Pelotas, marcado para o dia 15 de agosto, pela 12ª rodada da Série C, para o Ecoestádio Janguito Malucelli, e a justificativa foi: “opção do clube mandante, com a concordância do visitante, da Federação do clube mandante e da Federação anfitriã, em atuar em Curitiba/PR”.
Agora, a “diretoria fantasma” do Guaratinguetá aguarda que os jogos contra Londrina (06/09) e Madureira (20/09) também sejam alterados pela CBF para que aconteçam em Curitiba. A medida vai prejudicar os clubes que estão no Grupo B, que vão ter mais viagens a fazer e, principalmente, os clubes paulistas – Guarani e Portuguesa – que terão longo deslocamento até Curitiba e diante de um adversário reforçado.
Na lanterna do Grupo B, com apenas três pontos em dez jogos, o Guaratinguetá caminha a passos largos rumo a mais um rebaixamento nesta temporada, já que no primeiro semestre caiu da Série A2 para a Série A3 do Paulista. Tudo isso por conta das más administrações.

VERGONHA PAULISTA
A verdade é que nas mãos de pessoas desqualificadas para o futebol, o Guaratinguetá se tornou uma vergonha para o futebol da cidade, da região e do Estado. Entre as figurinhas carimbadas estão o folclórico técnico de codinome João “Telê”, que conseguiu se transformar no pior técnico do Brasil.
Criticado pela Imprensa ameaçou alguns jornalistas e fez acusações mentirosas sobre outros órgãos de Imprensa pela internet. Além do “presidente laranja” Pedro Panzelli, dono de muitos processos nas suas costas. Estas pessoas precisam ser banidas do futebol para o bem do esporte. Bem como o Guará deveria ser desfiliado depois de cometer tantas infrações.
O clube já não tinha apoio nenhum da Federação Paulista de Futebol (FPF), das autoridades de Guaratinguetá e do empresariado local. Se não tinha as condições de disputar a competição, o correto seria ser eliminado. Isso não aconteceu porque o Atlético Paranaense, do influente cartola Mário Celso Petraglia entrou na parada. Ele teria pego dois ou três jogadores do antigo elenco do Guará em troca de tocar o time até o final da Série C. Enfim, pura negociata.
Petraglia tinha sido um dos líderes para a criação de uma Liga Independente, sem a participação da CBF. Ganhou um “presentinho” de Marco Polo del Nero, que por uma década só ferrou os pequenos clubes do Interior e só favoreceu os grandes, numa administração elitista e que é para esquecer. E agora virou um fujão do FBI, após a prisão de vários dirigentes da Fifa na Suíça. Como na política, de Mensalão e Lava Jato, o futebol brasileiro precisa mesmo ser passado a limpo. E banir os maus dirigentes.
POBRE SONY DOUER
E a “bucha” vai estourar nas mãos de Sony Douer, ex-proprietário do clube e que o entregou em “mãos perigosas”. Douer é uma pessoa correta, que tentou tocar o clube por vários anos, mas desistiu ao não ter apoio do empresariado local. Levou o time para Americana e depois voltou para Guará. Cansado de lutar sem apoio ele passou o clube para frente. Mas vai responder juridicamente pelos atos e prejuízos gerados por seus sucessores.
Algumas ações trabalhistas já estão ajuizadas e outras estão a caminho, segundo os advogados do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo. Alguns processos não seguiram adiante neste mês, devido a greve do funcionalismo.
Infelizmente para o futebol, mais um clube foi utilizado de forma imprópria e por pessoas sem a devida qualificação.





































































































































