Ponte Preta aposta em tabu de 10 anos contra Flamengo para encerrar jejum

A última vez que o clube da Gávea superou a Ponte foi em 3 de agosto de 2005, quando venceu por 1 a 0, no Estádio Luso-Brasileiro

Ponte Preta aposta em tabu de 10 anos contra Flamengo para encerrar jejum de vitórias no Brasileirão.

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Campinas, SP, 06 (AFI) – Sem vencer há sete jogos no Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta aposta em outro tabu para encerrar o jejum de vitórias. Neste domingo, às 16 horas, o time de Campinas recebe o Flamengo, no Estádio Moisés Lucarelli, tentando manter a marca de dez anos sem perder para o adversário.

Biro Biro deve ser uma das novidades da Ponte Preta

Biro Biro deve ser uma das novidades da Ponte Preta

A última vez que o clube da Gávea superou a Ponte foi em 3 de agosto de 2005. Na oportunidade, venceu por 1 a 0, no Estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, pela 17.ª rodada do Brasileirão. Desde então, aconteceram mais sete jogos, com três vitórias paulistas e quatro empates.

O último confronto entre ambos aconteceu no Brasileirão de 2013, ano em que a Macaca foi rebaixada. Na oportunidade, os dois times empataram, por 1 a 1, no Majestoso, pela 21ª rodada.

TIME
Para tentar manter este tabu, o técnico Doriva deve apostar em poucas mudanças em sua estreia. Ele manterá a mesma base que era utilizada por Guto Ferreira. As novidades devem ser o lateral-esquerdo Gilson e o atacante Biro Biro, que voltam de suspensão, nas vagas de Juninho e Cesinha, respectivamente. Já o meia Bady deve ganhar vaga de Felipe.

O volante Fernando Bob chegou a ser poupado no treino, nesta quinta-feira, mas não deve ser problema. O jogador fez tratamento com gelo na panturrilha, e foi substituído por Elton na atividade comandada por Doriva.

Um dos jogadores mais experientes do elenco, o atacante Borges é um dos principais aliados de Doriva neste processo de transição.

“Em 2008, o São Paulo era o pior time da década. Tinha 1% de chance de ser campeão e acabou conquistando o título. O Brasileiro é muito difícil, As oscilações acontecem, mas se ficarmos lamentando é pior”, destacou.