Chapecoense 2 x 2 Figueirense - Índio Condá abriu dois gols de vantagem, mas cedeu empate no final
E manteve um tabu do Figueirense sem perder para o rival, agora com oito jogos. São quatro vitórias e quatro empates. Mas na tabela de classificação, a Chapecoense está melhor.
Na tabela, a Chapecoense está melhor, com 24 pontos, em nono lugar. Enquanto isso, o Figueirense, invicto há três jogos, tem 20 pontos, mas ocupa a perigosa 15ª posição

Chapecó, SC, 9 (AFI) – Clássico e clássico e só termina quando o árbitro apita. Parece até repetitivo, mas é a verdade que fez valer nesta noite em Chapecó, no empate por 2 a 2 entre Chapecoense e Figueirense, pela 17.ª rodada do Campeonato Brasileiro – o Brasileirão Chevrolet. As maiores emoções ficaram para o segundo tempo, quando o time da casa abriu 2 a 0, mas levou o empate nos últimos minutos.
O resultado, que teve sabor de derrota para a torcida local, e de vitória para os jogadores visitantes, acabou sendo justo. E manteve um tabu do Figueirense sem perder para o rival, agora com oito jogos. São quatro vitórias e quatro empates. Mas na tabela de classificação, a Chapecoense está melhor, com 24 pontos, em nono lugar.
Enquanto isso, o Figueirense, invicto há três jogos, chegou aos 20 pontos, mas ocupa a perigosa 15.ª posição. Está cinco pontos na frente do Goiás, primeiro time dentro da zona do rebaixamento – Goiás, com 15. O time dirigido por Argel Fucks precisa melhorar seu aproveitamento fora de casa, que é em torno de 20%.
Este clássico foi transmitido pela Rádio Futebol Interior em cadeia com a Rádio Super Condá, de Chapecó, levando o som catarinense para todo o Brasil através da internet.
BOLA NA TRAVE

O primeiro tempo foi equilibrao. O Figueirense mostrou um meio-campo mais combativo e pouco permitiu ao adversário. Mesmo assim, a melhor chance de gol foi da Chapecoense. Aos 18 minutos, Tiago Luís fez bela jogada individual, passou por dois adversários e passou para o lateral Dener. Ele chutou e a bola, caprichosa, tocou no pé da trave do goleiro Alex Muralha.
O segundo tempo começou quente. Nos vestiários, o técnico Vinícius Eutrópio fez uma mudança fundamental. Tirou Neném e colocou Gil, dando mais força ao meio-campo. E teve sorte porque abriu o placar logo aos quatro minutos. Apodi desceu pela direita e cruzou. O zagueiro Saimon tentou cortar, mas a bola ficou picando na pequena área e em direção do gol. O artilheiro Bruno Rangel, agora com seis gols, só empurrou para as redes.
O gol deu moral ao time do Índio Condá que ampliou aos 11 minutos, numa cobrança de falta de Tiago Luís. Impressionante: este jogador só se dá bem em Chapecó. Deveria fixar residência na cidade. Voltemos ao jogo. Tiago Luís bateu forte, a bola desviou na sua trajetória e dificultou a defesa do Alex Muralha, que ainda saltou do lado esquerdo.
ARGEL FUCKS REAGE
Mas depois disso, o técnico do Figueirense também mudou sua formação tática. Colocou Tiago Santana no lugar do apagado Carlos Alberto, escalou Rafael Bastos na vaga de Fabinho e por fim trocou o lateral Leandro Silva, mais marcador, por Suelinton, mais agressivo.
O Figueirense passou a chegar no ataque, onde Dudu e Marcão estavam abandonados. Além disso, o time ganhou força no contra-ataque. O time diminuiu com seu pé de coelho Dudu, aos 37 minutos. Após o levantamento de Suelinton, Dudu bateu de voleio e contou com a sorte. A bola desviou no rosto de Apodi e entrou.
Os últimos minutos seriam de pressão. O visitante foi para cima e empatou num contra-ataque, que também começou pelo lado direito. Em três passes a bola caiu nos pés de Marcão na frente da área. Ele ajeitou e bateu de curva no canto esquerdo do goleiro Danilo. Um golaço. Muita festa de um lado, tristeza do outro.
PROXIMOS JOGOS
A semana será cheia de Brasileirão, com a 18.ª rodada. A Chapecoense vai sair contra o Goiás, quarta-feira, às 21 horas, enquanto o Figueirense, no mesmo dia mas às 22 horas, vai receber o São Paulo, em Florianópolis.






































































































































