Personagem da vitória da Ponte Preta sobre o Avaí, atacante Borges acha que time está diferente
No intervalo reconheceu os erros e assumiu a culpa, mas no segundo tempo abriu o caminho, de cabeça, para a vitória importante da Macaca
O personagem da vitória da Ponte Preta sobre o Avaí, por 2 a 0, nesta quinta-feira à noite, no Majestoso, foi o atacante Borges
Campinas, SP, 14 (AFI) – O personagem da vitória da Ponte Preta sobre o Avaí, por 2 a 0, nesta quinta-feira à noite, no Majestoso, foi o atacante Borges. Cobrado pela torcida pela escassez de gols, ele perdeu um pênalti no primeiro tempo. No intervalo reconheceu os erros e assumiu a culpa, mas no segundo tempo abriu o caminho, de cabeça, para a vitória importante da Macaca pela penúltima rodada do primeiro turno do Brasileirão Chevrolet.
“Eu batei mal o pênalti, porque não vi um buraco e toquei na parte debaixo da bola. Ela subiu e tenho que assumir a culpa. É toda minha. Mas sabia que poderíamos vencer o jogo, porque nossos time estava jogando bem. Os nossos laterais estão chegando mais na frente (Gilson foi eleito para a Seleção FI da rodada) e, consequentemente, a bola chega mais lá na frente para a gente”, explicou o atacante que polarizou as atenções nos vestiários da Macaca.
TROCANDO AS BOLAS
Sobre as explicações a respeito da perda dos pênaltis, o atacante “trocou uma pouco as bolas” e se confundiu um pouco. Acompanhe:
“Só erra(? – bate), quem treina. Outro dia nós erramos vários pênaltis e fomos eliminados da Copa Sul Americana (? – Copa do Brasil) diante do Coritiba”.
Sobre o gol de cabeça, bem ao estilo de matador, ele não trocou as palavras:
“O cruzamento saiu perfeito, daí eu subi e peguei o goleiro no contrapé”, garantiu. Após o gol ele fez sua comemoração favorita, com duas cambalhotas de costas.
ELOGIOS DO TÉCNICO
O técnico Doriva também rasgou elogios ao seu experiente atacante, que marcou apenas seu segundo gol no Brasileirão. O primeiro tinha sido na goleada, por 3 a 0, em cima do Vasco da Gama, em São Januário.
“O Borges tem desempenhado um papel importante, porque ele segura bem os zagueiros e abre espaços para os outros jogadores. Ele pressiona os zagueiros e além disso, ele tem faro de gol. Tanto que perdeu o pênalti, mas não perdeu a calma e fez o gol dele”, comentou.
Sobre o desempenho do time, que venceu pela segunda vez seguida em casa – tinha batido o Flamengo, por 1 a 0 – Doriva acha que os jogadores estão mais soltos, mais aliviados.
“O ambiente é descontraído e existe harmonia. A união do grupo é importante para que possamos somar pontos e atingir nossos objetivos”, finalizou.
A Ponte Preta chegou aos 25 pontos, em décimo lugar, terminando o turno praticamente onde imaginava – no meio da tabela. O último jogo será contra o Sport, domingo, em Recife, pela 19.ª rodada. Um jogo duro.





































































































































